terça-feira, 11 de maio de 2010

Celebridades usam Carmen Steffens em Prêmio Contigo!

A atriz e esposa de Marcos Schetmann – diretor de novela -, Paula Pereira esteve presente no tradicional evento Prêmio Contigo!.
O casal comemorou lado à lado a premiação de Caminho das Índias na categoria Melhor Novela.
Paula esteve presente usando uma elegante sandália de strass da coleção de inverno Carmen Steffens.
Larissa Maciel também prestigiou o evento usando um modelo que já possuía e mostrando-se grande admiradora da grife Carmen Steffens.




















                           
Paula Pereira e Larissa Maciel

DeMillus lança lingerie alusiva à Copa do Mundo e entra na torcida pelo hexa



Copa do Mundo de Futebol é uma festa. É reunião de amigos aqui, comemoração de vitória ali, tudo com muita alegria e, lógico, moderação.
A paixão do brasileiro pela seleção é tanta, que vale se vestir com as cores da bandeira, pintar o rosto e os cabelos, colocar chapéu e botar a boca na buzina.
Para tornar a festa ainda mais patriota e charmosa, a DeMillus lançou o conjunto de lingerie Rantelli, decorado com elástico verde e amarelo e pingente em formato de bola de futebol.
Confeccionadas em elastano textura piquê, as peças têm um visual esportivo e moderno, bem apropriado à ocasião. O sutiã tem costas estilo nadador, com pingente atrás. Para maior conforto, o fecho fica na frente e os bojos não têm espuma. Preço R$ 16.
A calça-short tem cós em elástico arrastão decorado de verde e amarelo, bolsinho falso nas laterais e pingente do lado. Preço: R$ 12.

De vendedor a gerente

por Marlon Assef | Dirigente Lojista

Como escolher a pessoa certa para preencher um cargo gerencial em sua loja e garantir o bom andamento dos negócios

Psicologia na gestão: Para o consultor Maurício Góis, o gerente iniciante deve estimular a equipe com modelos positivos e focados na superação de obstáculos
Um vendedor competente é indispensável na linha de frente de uma loja. Mas uma boa performance em vendas não garante o sucesso em funções mais altas dentro da empresa, como a gerência. Muitas vezes os melhores profissionais de venda são promovidos à gerência, mas nem sempre possuem os atributos necessários para a função. Para o lojista, saber identificar essas qualidades é fundamental para o bom andamento do negócio. Se por um lado é preciso que a empresa possua um plano de carreira e retenha seus melhores talentos através do estímulo ao crescimento, por outro é necessário cautela na hora da promoção. “Crescer na empresa não significa necessariamente tornar-se gestor, e uma promoção equivocada pode marcar o início do fim de um bom relacionamento”, alerta o consultor e especialista em gestão de talentos em vendas Diogo Francischini.
A grande questão é que nem sempre o gerente que a empresa precisa é justamente seu campeão de vendas. O essencial na hora de preencher um cargo gerencial é identificar algumas qualidades inerentes ao líder. Um bom princípio é observar aqueles vendedores ou funcionários que são mais maduros e exercem influência positiva sobre o grupo. Ou seja, suas opiniões são respeitadas e sua voz é ouvida pelos colegas. Sondar na equipe, individualmente, quem possui maiores qualidades de liderança entre o grupo também é positivo. Francischini sugere a adoção de pequenos testes de desempenho, quando o candidato a gerente poderá ser testado em sua performance.
Finalizado o ritual de escolha do gerente, começa um segundo momento, que exige do ex-vendedor ou funcionário de destaque uma nova feição. De acordo com o consultor de desenvolvimento profissional Maurício Góis, o novo gerente deve seguir alguns procedimentos fundamentais para que sua carreira comece bem. O essencial é conhecer as atribuições do novo cargo fazendo a si mesmo uma série de perguntas (veja box), ao invés de chegar ao novo posto munido de um poder que efetivamente ainda não conquistou. “Não adianta começar mandando fogo, dando ordens e controlando”, aconselha Góis. Nessa hora o melhor é pegar uma folha de papel e enumerar todas as dúvidas que persistem quanto à nova função. Para um bom diagnóstico, as respostas devem ser buscadas junto ao diretor, aos concorrentes, clientes e fornecedores.
Outro desafio que o novo gerente terá de superar é esquecer a antiga função, ligada a modelos operacionais e se concentrar em sua função administrativa. Maurício Góis lembra que alguns gerentes insistem em se comportar como “fazedores”, por medo de errar e deixar de fazer o que sabiam fazer com maestria quando atuavam como vendedores. “Para se transformar em um verdadeiro gerente é preciso adquirir conhecimentos de pessoas, das relações humanas, técnicas de reunião, de entrevistas e negociação de objetivos, além de saber lidar com pessoas difíceis e propor recursos criativos que tirem o melhor da equipe”, define. Uma das principais tarefas do gerente é acompanhar o desenvolvimento da equipe e dar um retorno constante sobre a atuação de cada um. Sem um acompanhamento eficiente, a incerteza aumenta e a produtividade diminui. Na gestão de pessoas, objetividade é a palavra-chave. Nada de julgar os colaboradores por suas personalidades, mas sim pelo desempenho. O fundamental para um gerente iniciante é colocar diante da equipe os desafios a serem superados e estimular o aspecto psicológico de cada um com modelos positivos e focados na superação dos obstáculos. De acordo com Maurício Góis, isso é bem diferente de propor 10% de comissão e esquecer o contexto de motivação da equipe.
Formação e informação

Trajetória de sucesso: Carvalho começou como vendedor da loja VR em Brasília e hoje supervisiona todas as unidades da BR Labels no Distrito Federal
Para Leonardo Carvalho, supervisor em Brasília da empresa BR Labels, que administra as marcas VR Menswear, VR Kids, Calvin Klein e Mandi&CO, o foco em treinamento e no atendimento diferenciado é fundamental para um bom gerente. Sua trajetória na BR Labels ilustra a escolha certa de um ótimo vendedor que apresentou os requisitos básicos para a transição delicada para a gerência. O primeiro contato com a empresa aconteceu em 1993, pouco depois de completar 18 anos. “Fui ao shopping e entrei na VR para perguntar se tinha vaga para vendedor. Isso foi de manhã. À tarde eu já estava trabalhando na loja como promotor de vendas. Aqui aprendi tudo o que sei sobre vendas, varejo, administração de loja e de pessoas”, lembra Carvalho.
Em pouco menos de quatro anos foi promovido a gerente de loja. Para ele, dedicação e boa formação são fundamentais para um funcionário crescer na carreira. Outro fator relevante é o bom relacionamento com os colegas, que garante o apoio da equipe diante de novos desafios. “Nós incentivamos os funcionários a participar de cursos, palestras e a buscar informação e formação na área de vendas. Quanto mais preparados, melhor desempenharão seus papéis em suas respectivas áreas e mais preparados estarão para no futuro assumir cargos de maior responsabilidade e confiança”, assegura. Para o supervisor da BR Labels, um bom produto aliado a um bom atendimento será sempre fundamental para que o consumidor volte à loja, e nessa hora é importante que o gerente esteja sempre atento ao desempenho da equipe.
Para um bom vendedor ser promovido a gerente, no entanto, é preciso mais do que uma boa performance. “Nas lojas que supervisiono estou sempre atento aos funcionários e suas habilidades. Mas nem sempre o melhor vendedor será um bom gerente. São cargos que exigem habilidades específicas. Por isso, na hora de promover um funcionário, levo sempre em conta sua dedicação e interesse. Tem gente que só quer vender e não ter nenhuma responsabilidade maior. Para ter a chance de ser promovido, é preciso uma visão mais global do negócio”, observa Carvalho.
Prata da casa
Outro exemplo de vendedor que soube aliar o empenho profissional a uma visão abrangente de Recursos Humanos é Julio Cesar Pereira, atual gerente de vendas da rede Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do País. Com 28 anos de empresa, Julio Cesar iniciou a carreira na loja de Araguari (MG) e logo se destacou pela boa performance em vendas. Foi promovido a gerente de treinamento na matriz, em Franca (SP), e passou a atuar em diversas cidades do interior paulista, onde o Magazine Luiza abria filiais e consolidava uma expansão agressiva. Aproveitou a oportunidade e partiu para a realização de cursos de qualificação, formando-se em Gestão de Empresas em 2005. Logo depois, tornou-se gerente regional em São Paulo e foi escalado para gerenciar a nova operação da empresa em Santa Catarina. Cumprida a missão, voltou para a matriz em 2008, com a responsabilidade de gerenciar toda a área de vendas da rede. Hoje, no patamar mais alto da carreira, estimula sua equipe a continuar em busca dos objetivos traçados. “Sempre fui estimulado a crescer profissionalmente, e acredito que isso é fundamental para uma empresa prosperar”, avalia o vendedor que hoje é um dos maiores gerentes do Magazine Luiza no País.
Oito perguntas que todo gerente iniciante deve fazer:
- Para que existe esta gerência?
- Onde se situa este cargo no organograma da empresa?
A quem devo me reportar, e em que gruas, quanto aos outros cargos da empresa?
- Que objetivos a empresa pretende alcançar com esta gerência?
- Por quais áreas, basicamente, esta gerência é responsável?
- O que tenho a aprender com os ocupantes anteriores da gerência?
- O que irá me tomar mais tempo? Delegar poderes, designar tarefas, planejar, coordenar, executar, controlar?
- Quais as melhores maneiras para criar um clima para a automotivação, avaliar desempenhos e tomar decisões?

domingo, 9 de maio de 2010

Grupo Morena Rosa ganha elogios da Fiep

Grupo Morena Rosa ganha elogios da Fiep


Imagem 13/04/2010
Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures, conhece instalações do Grupo Morena Rosa e indica parceria em projetos sociais

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures (foto ao lado), visitou o Grupo Morena Rosa, na última sexta-feira. Ele conversou com o presidente do grupo cianortense, Marco Antonio Franzato, e depois visitou as instalações da sede administrativa, conhecendo parte dos processos de pesquisa, produção e fabricação dos produtos. “Vi um modelo de organização, desenvolvimento social e econômico”, comentou Rocha Loures, após receber catálogos das grifes, exemplares do jornal interno e de conversar com funcionários e diretores do Grupo.
Enquanto cumpria sua agenda em Cianorte, o presidente da Fiep deixou membros da entidade conversando com a diretoria do Grupo Morena Rosa para iniciar uma parceria em projetos sociais. Rocha Loures mostrou uma preocupação com a formação e educação dos jovens e elogiou as iniciativas do Instituto Morena Rosa.
ARTICULAÇÃO
Rocha Loures revelou conhecimento sobre o mercado de confecções e garantiu que o segmento está bem articulado no Paraná. Ele citou que há um trabalho em conjunto entre a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o Conselho Setorial da Indústria do Vestuário do Paraná, os Arranjos Produtivos Locais (APLs) e a Fiep. “Falta uma maior sensibilidade da Receita Federal e do governo”, afirmou. “Precisamos de uma política de crédito apropriada e uma política cambial que favoreça a exportação”.
O presidente da Fiep passou três dias em Cianorte. Ele inaugurou uma biblioteca dentro do projeto do Sesi, Indústria do Conhecimento, e também articulou a ampliação da coordenadoria regional da Fiep. A comitiva curitibana esteve em Cianorte acompanhada de autoridades estaduais e locais, como o diretor regional do Senai Paraná, João Barreto Lopes, o diretor superintendente do Sesi Paraná, José Antônio Fares, o presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Cianorte, Wilson Becker, entre outros.
ATUAÇÃO
A Fiep foi criada em 1944 e tem sede em Curitiba. A entidade representa 97 sindicatos que trabalham com mais de 40 mil indústrias gerando 700 mil empregos. A Fiep atua em pesquisas, análises, estratégias e parcerias em diversos segmentos para ajudar as indústrias paranaenses.


Fonte: Andye Iore / Agência MZM fotos
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Como revender DeMillus no Rio Grande do Norte?

Você pode comprar DeMillus com a orientação de uma especialista. Ela vai até você, onde você indicar, levando a Revista DeMillus Shopping. Você esclarece suas dúvidas, escolhe o que quer e recebe sua encomenda em cerca de 15 dias. Se você não conhece nenhuma Revendedora DeMillus, convidamos você a se tornar uma delas. Além de comprar para você e sua família, tem a chance de vender para familiares e conhecidos e complementar sua renda com uma atividade prazerosa. Quem não gosta de adquirir uma lingerie novinha, linda e gostosa? Envie um e-mail para demillus@importfrance.com.br ou ligue para 84 33372473 e descubra novos caminhos...

Veja por que a Import France distribui DeMillus no Rio Grande do Norte

A mulher é nosso negócio. Fundada em 1947, em pouco tempo a DeMillus conquistou a liderança que mantém até hoje, quando é a empresa que mais vende lingerie no Brasil.
Creditamos esse sucesso a dois fatores determinantes: a qualidade indiscutível de nossa lingerie e a atualização constante de modelos e equipamentos técnicos. Nos mais de 60 anos de existência sempre mantivemos um olhar atento nos lançamentos internacionais e no desenvolvimento da tecnologia do setor. Sempre que há novidades, a DeMillus está lá, pronta para importar estilos, máquinas, equipamentos.
Nosso segredo maior, porém, é nossa cumplicidade com a mulher. Sempre muito perto dela, acompanhamos suas conquistas, adivinhamos seus desejos. E os satisfazemos!

• Visão, Missão e Valores da DeMillus

Visão: Ser o maior Distribuidor de Lingerie do Brasil.
Missão: Vestir cada vez melhor! Oferecer produtos que agreguem conforto, satisfação, modernidade e beleza, em total sintonia com os anseios dos nossos consumidores, com responsabilidade e consciencia ecologica, para continuar vestindo cada vez melhor, em todos os sentidos.
Valores: Respeito. Integridade. Diversidade. Trabalho em grupo.
• A empresa que mais vende lingerie no Brasil

Com seus 300 mil m² a Demillus é líder no mercado: é a empresa que mais vende lingerie no Brasil, mais que a segunda e terceira colocadas, juntas. Com 5.500 funcionários diretos, a empresa produz até 44 milhões de peças por ano.
• Vários canais de venda

As peças DeMillus cativam milhares de consumidores em uma grande rede de vendas. Além de inúmeros lojistas e parceiros dentro e fora do Brasil, mais de 120 mil revendedores autônomos dão atendimento personalizado em todo o país, oferecendo a qualidade DeMillus através da revista DeMillus Shopping, belo e variado catálogo de venda domiciliar.
•Estrutura Industrial

A DeMillus é uma empresa verticalizada. Isto é: produz 95 por cento dos componentes necessários para a fabricação de seus produtos. Fabrica tecidos, rendas, elásticos e bordados. E também acessórios: argolas e reguladores de plástico, lacinhos, colchetes de metal. Além de propiciar um ótimo preço final, a fabricação própria garante o controle da empresa sobre a qualidade dos produtos, como a combinação entre a tonalidade de tecidos e demais componentes de uma peça (mais detalhes em Foco na Qualidade).
• Atualizada no Brasil e no mundo

A verticalização da empresa não a torna fechada a inovações externas. Pelo contrário. A DeMillus importa rendas nobres, com exclusividade, além de novidades da indústria da moda. Conta com fornecedores e parcerias para produtos com diferenciais, mantendo-se atualizada e moderna. Sempre atenta ao que acontece no mundo, acompanha a evolução de modelagens, matérias-primas, maquinários e acabamentos, buscando sempre mais conforto e qualidade em seus produtos finais.
• Foco na mulher brasileira

Acompanhando muito de perto a moda, a DeMillus realiza pesquisas de tendências no Brasil e no Exterior, nos principais pólos de moda do mundo, importa tecnologias e exporta sua bela lingerie. Sem nunca perder seu alvo principal: a mulher brasileira. É pensando nela que são desenvolvidos os produtos DeMillus.
• Em busca do desenvolvimento sustentável

Consciente dos problemas ambientais, a DeMillus faz a sua parte: reutiliza 20 milhões de litros de água, e em todos os departamentos da empresa é feita a separação do lixo orgânico, papéis e plásticos para reciclagem. Além disso, sobras de tecidos e componentes são reaproveitadas, evitando-se, assim, que se transformem em possíveis agentes poluidores (mais detalhes em Responsabilidade Ambiental).
• Atenção aos funcionários

Além de naturalmente respeitar todos os direitos trabalhistas de seus funcionários, a DeMillus lhes oferece outras vantagens. Como assistência odontológica e plantonista médico nas fábricas, estímulo para realização de exames anuais de saúde, cursos de costura e outros cursos de treinamento para desenvolvimento profissional. Que é efetivo, pois a empresa prefere privilegiar os próprios funcionários em caso de novas vagas. (mais detalhes em Qualidade de Vida)
• DeMillus para todos

Apenas em suas linhas de lingerie, a DeMillus oferece mais de 400 modelos. Considerando-se cores e tamanhos são cerca de 4.000 itens diferentes. Entre eles, modelos muito confortáveis para o dia-a-dia e modelos sofisticados para momentos especiais.
Com coleções infantis, pré-adolescentes e adolescentes, a DeMillus veste todas as idades.
E vários tamanhos, que variam do PP ao XG e equivalentes. Fabrica as meias Dantelle em vários modelos e muitas cores, além de oferecer uma linha de Cosméticos de alta qualidade. Também oferece cuecas, cosméticos e acessórios para homens e meninos, além cintas, modeladores e modelos especiais pós-cirúrgicos e para gestantes.
Com um olho na moda e outro na tecnologia, o departamento de criação DeMillus lança cerca de 100 produtos novos por ano.

Moda Íntima Ceará anuncia novidades

Desfile realizado na edição passada.
A Associação da Moda Íntima do Ceará (AMIC) e a 3|3|3 Promo realizam, de 6 a 8 de junho no Centro de Convenções do Ceará, a 4ª edição da Moda Íntima Ceará, feira que reúne as principais marcas do segmento. Realizado anualmente pela associação, o evento já faz parte do calendário do setor nas regiões Norte/Nordeste.
Neste ano, duas novidades serão apresentadas ao público: o Fórum de Tendências 2010/2011 e o lançamento da Revista Lingerie Ceará. Durante a feira, empresários do setor terão oportunidade de conferir as novidades dos fabricantes de moda íntima da região, interagir com fornecedores e avaliar novas oportunidades de compras e de investimento que o mercado oferece. Em 2009, a feira reuniu 60 expositores em 92 estandes no Centro de Convenções, e recebeu cerca de 4 mil pessoas por noite.
Para a edição 2010 o Moda Íntima Ceará serão cerca de 80 expositores distribuídos em 100 estandes, com a expectativa de um público de mais de 12 mil visitantes.
Destaques do salão
O foco das atenções estará no “Salão das Marcas”. No lugar dos tradicionais desfiles individuais serão apresentadas, numa estrutura composta por passarela e backstage, coleções em formato de showroom, com a participação de todas as grifes presentes, com foco direcionado ao produto. As apresentações serão realizadas a cada 40 minutos.
 "Os eventos de moda no Estado, mostram que o Ceará é um grande produtor de moda no Brasil. Trata-se de um movimento coletivo que deve ser perene para que fortaleça ainda mais a economia regional. O evento retrata o crescimento e o fortalecimento do setor de lingerie na economia local”, diz Marcia Travessoni, diretora da  agência 3|3|3 Promo
Fórum de Tendências 2010/2011
Pela primeira vez, o Moda Íntima Ceará, em parceira com a Rosset, realizará o Fórum de Tendências 2010/2011, espaço onde o visitante poderá encontrar, de forma didática, todos os lançamentos da indústria para a próxima temporada.

União faz a força
Fundada em 11 de outubro de 2005, a AMIC é fruto da união de 24 fabricantes e suas associadas, que representam hoje aproximadamente 30% de todo o volume produzido no Ceará. Considerado o segundo maior pólo de moda íntima do Brasil, o Estado desponta no cenário nacional com números positivos, com faturamento médio mensal girando em torno de R$ 20 milhões, gerando cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos.
SERVIÇO 
Moda Íntima Ceará
6, 7 e 8 de junho de 2010
Local: Centro de Convenções do Ceará
Horário: 14 às 21 horas
Fone: (85) 3494.4013
http://www.modaintimaceara.com.br/

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Inauguração da Loja

Paris

Um momento impar

DeMillus lança lingerie para mulheres exuberantes que usam tamanhos especiais.






Fazer das medidas grandes uma arma de sedução. Esta é a proposta das novas coleções de lingerie DeMillus, desenvolvidas especialmente para mulheres da vida real, que são Plus, mas não abrem mão de ser Sexy.
São peças requintadas, que fogem do básico, com modelagem e detalhes que valorizam o corpo da mulher que têm seios mais fartos e medidas maiores. A variedade de opções atende ao gosto e ao estilo de cada mulher:
Sensualidade a toda prova é o que proporciona a coleção Sexy Plus, que combina microfibra elástica supermacia, preta com estampa de pois, e renda exclusiva. São dois modelos de sutiã. O Lybito, com bojos sem espuma, suporte anatômico, vem com presilha que possibilita unir as alças nas costas. Renda no decote e alças revestidas estampadas, permitem o uso aparente (tamanhos 44 a 54; preço R$ 28). O sutiã Sexy Plus, superconfortável, não tem aro nem espuma (tamanhos 44 a 54; preço R$ 24). A calça Sexy Plus, tem drapeado que realça o bumbum e sensual abertura nas costas (tamanhos M a XG; preço R$ 15).
Requinte é o diferencial da coleção Habella, que combina elastano e renda clássica nobre. São duas opções de cor: preta com renda em tons de preto e cinza; champanhe com renda neste tom e bege. O sutiã Promenade, sem espuma e com suporte, sustenta e valoriza os seios sem aumentá-los (tamanhos 42 a 52; preço R$ 24). O sutiã Habella já vem com taças espumadas e suporte, com detalhes de renda nas alças (tamanhos 44 a 54; preço R$ 30). São dois modelos de calça: a chique e sensual calça-short toda em renda, sem costura nas laterais, que suaviza a silhueta sem marcar (tamanhos P a XG; preço R$ 17); e a calça cavada clássica, com recorte frontal em renda e elastano (tamanhos P a XG; preço R$ 14).
Finalmente a luxuosa coleção Azzure, que combina renda, cetim e elastano, na cor azul-pavão. Os sutiãs são o Alegreto, que tem taças espumadas e suporte, com renda no decote (tamanhos 44 a 54; preço R$ 30) e o Azzure, com suporte, sem espuma (tamanhos 44 a 54; preço R$ 24). Para acompanhar, dois modelos de calças: a cavada clássica, com costas mais comportadas (tamanhos P a XG; preço R$ 14); e a calça-short toda em renda, com cós em elastano e laterais sem costura (tamanho P a XG; preço R$ 17).


O Prático

Três candidatos cotados para uma única vaga estão participando de uma pequena dinâmica de grupo. Eles têm que responder a seguinte pergunta:

Você está no caixão, e sua família e seus amigos estão à sua volta, chorando. O que você gostaria de ouvi-los dizer sobre você?

O primeiro respondeu:
Eu gostaria que dissessem que eu fui um grande profissional e um ótimo pai de família.

O segundo:
Eu gostaria que dissessem que fui um esposo maravilhoso e um gerente de grande influência no futuro de minha empresa

E o terceiro:
Eu gostaria que eles dissessem: OLHA, ELE ESTÁ SE MEXENDO!

Adivinha quem levou a vaga...???

Canal de relacionamento

por Alexandre Gonçalves
Guilherme Rios, gestor de projetos da E.Life, avalia a presença do varejo em mídias sociais, como Orkut e Twitter, e dá dicas para quem pretende investir nesta forma de chegar ao consumidor.
As redes sociais ainda são estratégias de comunicação pouco aproveitadas no varejo, mesmo sendo cada vez mais importantes para a decisão de compra dos consumidores. Isso devido, principalmente, ao despreparo dos empresários. Na entrevista a seguir, o gestor de projetos da E.Life, Guilherme Rios, avalia a presença do comércio varejista em mídias como Orkut e Twitter e explica como tirar proveito delas no relacionamento com os clientes.
Pelo trabalho da E.Life, o varejo brasileiro já é visível nas mídias sociais?
Guilherme Rios - Temos alguns clientes no varejo, e percebemos que já existe boca a boca sobre as lojas, disponibilidade de produtos e atendimento, por exemplo. Na verdade, percebemos as mídias sociais como um grande celeiro de informações no processo de decisão de compra do consumidor, e aí é claro que o varejo tem uma posição importante.
Mas ainda são poucas as empresa desse setor que despertaram para isso, para essa “mina” de informação? Essa atitude é resultado do desconhecimento ou receio em lidar com essas mídias?
GR - Poucas empresas despertaram, e algumas entraram nesse ambiente da maneira errada. Isso me faz acreditar que existe um pouco de tudo ao lidar com as mídias sociais. Existe sim muito despreparo e também receio. Entretanto, é importante ter em mente que o boca a boca sobre produtos e serviços já existe, e a empresa tem a opção de participar ou não dessa conversa, pois não é possível controlar. As empresas ainda estão presas a um modelo de corporação perfeita, e diante do poder dado ao consumidor na era da informação, esse modelo se mostra ultrapassado.
Você diria que a maioria ainda está no papel de quem leva informação ou opinião sobre o negócio e não está pronta para receber?
GR - Existem casos desse tipo, como também existem casos muito bem sucedidos. O ideal é perceber que as mídias sociais são espaços colaborativos de troca de opiniões. Se a ideia fosse a comunicação “top down”, de uma só via, poderíamos nos manter em mídias tradicionais, e até nos nossos web sites, que só serviam para comunicar. Agora, se a estratégia é se relacionar com o consumidor, é preciso estar pronto para receber críticas e energizar elogios.
Você falou em maneira errada de entrar nas mídias sociais. Qual é o erro mais comum das empresas que pode comprometer uma estratégia relacionada a mídias sociais? Dentro disso, esperar resultados imediatos é um deles?
GR - Existem alguns erros. Um dos mais comuns é a imprecisão entre os objetivos dos clientes e da empresa. Um exemplo clássico é aquele da empresa que decide criar um perfil no Twitter para se comunicar com seus consumidores antes mesmo de verificar onde eles trocam informações, e qual serviço (blogs, twitter, orkut, facebook ou até mesmo fóruns) pode trazer mais benefícios nessa relação. Planejar faz parte do processo. Dentro do mesmo tipo de erro, esquecer que a informação gerada deve ter valor para o consumidor é comum. Se eu sigo uma empresa do varejo de eletrônicos, provavelmente espero dela um conteúdo segmentado condizente com o meu interesse pela empresa, não sobre finanças ou moda, por exemplo. Esperar resultados imediatos é, sem dúvida, um deles. Diferente da mídia tradicional, as mídias sociais têm como principais ativos a credibilidade e engajamento gerado. Isso não se conquista só com um alto investimento.
E, no caso específico do varejo, ir pelo caminho só de ofertas e promoções tem resultado? É suficiente para gerar retorno?
GR - O varejo tem uma vantagem enorme frente a outros setores. Só o varejo, com ajuda das vendas diretas, consegue calcular facilmente o ROI das ações nas mídias sociais. As ofertas são um atrativo, mas acreditar que os pontos de contato nas mídias sociais só servirão para isso é ingenuidade. Os consumidores falarão com a empresa sobre problemas já conhecidos, novos problemas, e até farão elogios. Já que é para participar de um desses canais, que seja de maneira colaborativa, não é? Responder e se relacionar é uma boa ideia.
Para encerrar, gostaria que você fizesse um paralelo entre Orkut e Twitter. O primeiro por ainda ser a rede social mais popular e que ajudou a colocar o tema em pauta (via comunidades), e o segundo pela repercussão que vem obtendo nos últimos anos. São realmente universos diferentes ou o que se faz em um pode ser replicado no outro?
GR - São serviços diferentes. O Orkut tem como proposta principal aproximar pessoas, papel que cumpre muito bem. As pessoas se identificam, formam comunidades, trocam experiências e criam verdadeiros fóruns de discussão. O Twitter, por sua vez, facilita a disseminação da informação, e permite a replicação de dados de uma maneira rápida e até assustadora. Alguns tópicos nas comunidades do Orkut, abertos em 2005, geram respostas até hoje, 5 anos depois. Algumas discussões iniciadas no Twitter há 5 horas já não são tão facilmente encontradas. Enfim, ainda que a natureza seja diferente, os dois serviços podem impactar muito a imagem das empresas, e é preciso estar atendo à opinião do consumidor, onde quer que ele a expresse.