sábado, 26 de junho de 2010

Parabens jaciane Gurgel - Caraúbas

A equipe IMPORT FRANCE deseja um Feliz Aniversário. Distribuidor DeMillus

Parabens Fredin - Caraúbas

A equipe IMPORT FRANCE deseja um Feliz Aniversário. Distribuidor DeMillus

Clubes brasileiros geram mais receitas do que os portugueses

Recursos gerados pelas principais equipes nacionais subiram 86% contra apenas 5% doscolonizadores


Brasil x Portugal: empate na Copa, vitória dos clubes brasileiros
A disputa entre Brasil e Portugal na Copa do Mundo pode ter ficado no empate, mas ao analisar as finanças dos clubes dos países, os brasileiros dão uma goleada. Um levantamento da consultoria Crowe Horwath RCS mostra que os 16 clubes da Liga Portuguesa de futebol movimentam por ano pouco mais de 250 milhões de euros em receitas, frente aos 460 milhões de euros gerados pelos 16 clubes brasileiros com maiores receitas, sem os recursos com transferências de atletas -- 1,8 vez mais. Para equiparar os dados, foram excluídas as receitas produzidas pelos clubes brasileiros com os recursos gerados com as transferências de atletas.
"Comparando os maiores clubes em receitas do futebol português -- Porto, Benfica e Sporting -- com os três clubes brasileiros que mais geraram receitas -- São Paulo, Corinthians e Palmeiras --, fica claro que o futebol brasileiro se mostra mais forte financeiramente que o futebol português", afirma a consultoria. No ano passado, os três clubes brasileiros, pela primeira vez, superaram as receitas das três grandes equipes portuguesas, com 173,8 milhões de euros, frente aos 161,8 milhões de euros dos rivais. Enquanto as receitas somadas de Porto, Benfica e Sporting cresceram pouco mais de 5% entre 2007 e 2009, os recursos gerados por São Paulo, Corinthians e Palmeiras no mesmo período cresceram 86% em euros.
A mudança de cenário se refere à valorização do real frente ao euro, já que a cotação da moeda brasileira de 2008 para 2009 apresentou valorização de cerca de 25% em relação à moeda europeia. "Entretanto, o principal motivo para essa variação se deve à ampliação da geração de receitas dos três clubes brasileiros sem transferências de atletas, em comparação com os três portugueses nesses últimos três anos", diz a Crowe Horwath RCS.
A consultoria também analisou a lucratividade dos clubes. Vale ressaltar que os três clubes portugueses são empresas de capital aberto, enquanto que os três times brasileiros são entidades sem fim lucrativo. Por isso, no lugar de apresentarem lucro ou prejuízo, registram superávit ou déficit. No ano passado, os três clubes brasileiros, pela primeira vez, ultrapassaram a lucratividade das três maiores equipes de Portugal. O trio brasileiro apresentou déficit de 14 milhões de euros, frente aos prejuízos de 43,1 milhões de euros dos portugueses. Distribuidor DeMillus


Parabens Ray Fernandes Sobrinho - Caraúbas

A equipe IMPORT FRANCE deseja um Feliz Aniversário. Distribuidor DeMillus

AmBev vendeu 400 garrafas de cerveja por segundo no ano passado. Caraúbas

Cervejaria foi a empresa de bens de consumo de massa que mais vendeu em 2009

Mais renda e mais calor: os ingredientes do sucesso da AmBev em 2009
Nas projeções de crescimento das cervejarias poucas coisas são tão determinantes como o crescimento da renda do consumidor e o clima. Dinheiro e calor - eis o segredo de um bom ano. No Brasil, 2009 foi um ano pródigo para as fabricantes de cerveja - e nenhuma empresa aproveitou a conjunção de fatores tão bem quanto a AmBev. 
Com um faturamento de 15,7 bilhões de dólares, a AmBev - embrião e hoje braço da maior cervejaria do mundo - foi a empresa de produtos de consumo de massa que mais vendeu no Brasil no ano passado. Em média, foram 400 garrafas de cerveja e uma garrafa de refrigerante por segundo.
Ao investir na expansão de fábricas e na melhoria de seus processos, a AmBev conseguiu cortar custos e, assim, mais que dobrou seu lucro líquido, que atingiu a casa dos 2,4 bilhões de dólares. Dá para ser inovadora produzindo a velha cerveja? Pelo jeito, sim. Em 2009, a AmBev colocou 11 novos produtos no mercado, com direito a cerveja mais refrescante e refrigerante vitaminado. DeMillus Distribuidor

 

As 5 mentiras mais contadas no currículo - Caraúbas

Quatro em cada dez currículos contém informações falsas, exageradas ou omitidas

Pinóquio profissional: segundo especialistas, 40% dos candidatos mentem ou exageram informações no currículo
 
"A verdade é bela, sem dúvida, mas a mentira também", escreveu, certa vez, o ensaísta americano do século 19, Ralph Waldo Emerson. Na competitividade da vida moderna é cada vez mais difícil não lançar mão das belas artimanhas da autopromoção para destacar-se. Vale de tudo, até mesmo falsificar informações no currículo, idealizando ou exagerando competências. A prática se tornou tão comum que já tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei para torná-la crime sujeito a pena de detenção. No ano passado, até a candidata à presidência da República Dilma Roussef foi acusada de inflar o documento com títulos que não possui.
"Em média, 40% dos currículos trazem algum tipo de informação inverídica", diz Vander Giordano, diretor executivo da Kroll, empresa que atua há 40 anos na área de consultoria em gerenciamento de risco. Em um ano, a demanda da empresa pelo chamado "background check" - um serviço de levantamento dos antecedentes escolares, profissionais e até criminais do candidato - aumentou cerca de 25%.
"Não importa quão inocente possa parecer, a mentira desfaz a credibilidade do candidato e pode gerar até um colapso permanente da confiança", afirma a consultora Juliana Nunes, da Asap. Para evitar constrangimentos ou até, quem sabe, um processo criminal no futuro, o melhor é manter o pé na realidade e optar pela honestidade, sempre. A seguir, saiba quais são as cinco mentiras mais contadas nos currículos, e cuide para manter-se longe delas.

1 - Idiomas:  É a mentira mais popular e também a mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para checar a proficiência no idioma. Trata-se daquele inglês "básico" que no currículo aparece como "avançado". Segundo Juliana, nem sempre o candidato age de má fé. "O problema é de percepção. A pessoa acha que domina a língua mas, na prática, tá enferrujada", diz. Portanto, cuidado ao colocar no currículo que você é fluente numa língua. Procure explicar esse grau de fluência, caracterizando separadamente as habilidades de "fala", "escrita" e "leitura". 

2 - Motivo de saída da empresa: Demissões não costumam ser bem vistas. Mas isso não é motivo para transformar uma dispensa individual em uma demissão em massa ou extinção de setor. "É comum os candidatos afirmarem que foram mandados embora porque a empresa onde trabalhavam passou por uma reestruturação ou que o setor onde atuavam foi extinto", diz Giordano. Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores pode passar a impressão de que o candidato quer esconder algo.
Para evitar que um possível erro do passado influencie na conquista do novo emprego, o especialista recomenda uma saída ética: "Limite-se a dizer que não estava sendo bom nem para você nem para a empresa". Caso você não tenha se adequado bem ao trabalho anterior, não se preocupe. Em geral, problemas de adaptação cultural são justificativas legítimas para desligamento. 

3 - Exagerar responsabilidades e salários: Aqui, um projeto realizado em equipe pode virar um triunfo pessoal no currículo. Exageros de competência acontecem aos montes, porém, nem sempre se sustentam. Principalmente, se recrutador pedir para o candidato especificar suas atribuições e as dos demais envolvidos no projeto. Para responder, o candidato precisa recriar e distorcer toda a história, e no meio do caminho..."Eles sempre se enrolam, não conseguem dar informações especificas sobre o seu papel, nem os dos outros participantes", conta Juliana. 

Outro tiro no pé, segundo a consultora, é a artimanha de aumentar o salário do emprego anterior para tentar cifras maiores na nova oportunidade. "Isso pode ser tornar um entrave à contratação", alerta Juliana. "A empresa nem sempre tem condições de cobrir o salário anterior".

4 - Tempo de trabalho: O tempo que se dedicou à empresa  também costuma ser mudado ou omitido pelos candidatos. Seja porque a pessoa ficou pouco tempo naquela posição e teme ser vista como instável ou com nível de empregabilidade baixo, seja porque a empresa é mal vista no mercado. Em qualquer caso, vale dizer a verdade no currículo e explicar os motivos durante a entrevista.
Para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador. Do contrário, desista de tentar manipular datas. "Aqui, a mentira tem perna curta mesmo, sendo facilmente constatada pelos  checadores ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho", diz Giordano.

5- Formação:  Não minta sob qualquer hipótese sobre sua formação. Além de ser um critério bem objetivo, você pode simplesmente não conseguir executar uma função pela falta das competências. Bom senso não faz mal a ninguém. Um curso de artes no exterior para turistas, por exemplo, não é o mesmo que uma pós-graduação internacional. Assim como um MBA pela metade não representa um MBA completo. Seja honesto e inteligente.  Afinal, qualquer exigência de certificado é suficiente para desmascarar a mentira. Distribuidor DeMillus

Brasil é o 11º país com mais milionários

Estudo da Merrill Lynch mostra que o país tem 147 mil pessoas com renda maior do que US$ 1 milhão; destes, 87% tem mais do que US$ 30 milhões
Sinal da pujança: BMW registrou crescimento de dois dígitos nas vendas para o Brasil
 
 O Brasil ocupa a 11ª posição no ranking dos países com mais pessoas milionárias (que possuem renda acima de um milhão de dólares). Segundo estudo publicado pelo banco Merrill Lynch, em parceria com a consultoria Capgemini, o número de brasileiros ricos aumentou de 131 mil em 2008 para 147 mil em 2009.
Apesar do crescimento, o país caiu uma posição na lista, perdendo o décimo lugar, que ocupava em 2008, para a Austrália, que possui 174 mil ricos. O relatório aponta, que, embora em menor número, a renda (total) dos brasileiros mais abastados é superior à dos australianos.
No Brasil, 87% dos privilegiados são considerados "ultra-ricos", ou seja, possuem recursos para investimentos (o que exclui a residência, bens de consumo e bens duráveis, como veículos) superiores a 30 milhões de dólares. Esta parcela, na Austrália, chega a 55,4% do total de ricos.
Um exemplo da pujança do crescimento desta camada da sociedade é o mercado de automóveis de luxo. A montadora alemã BMW reportou, em 2009, um crescimento de dois dígitos na venda de carros no Brasil. A partir do segundo semestre do ano passado, os brasileiros passaram a gastar mais não apenas com carros, mas com artigos de luxo de modo geral.
Liderança
O estudo da Merrill Lynch aponta os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e (China) como os líderes, em suas respectivas regiões, no crescimento do número de milionários. Uma das causas apontadas para tal desempenho é o desenvolvimento do mercado de capitais nesses países.
"Na América Latina, o crescimento será liderado pelo Brasil, em meio a um ambiente de expansão do crédito, forte demanda por commodities e um substancial fluxo de capitais para o país", diz o relatório.
Veja quais são os dez países que tem maior número de milionários:
 
Paísmilionários em 2008milionários em 2009
Estados Unidos2,4 milhões2,8 milhões
Japão1,3 milhão1,6 milhão
Alemanha810 mil861 mil
China365 mil477 mil
Reino Unido362 mil448 mil
França346 mil383 mil
Canadá213 mil251 mil
Suíça185 mil222 mil
Itália164 mil179 mil
Austrália129 mil174 mil
Brasil131 mil147 mil
Espanha127 mil143 mil 

sexta-feira, 25 de junho de 2010

.xxx deve ser aprovado para sites pornôs

Sufixo pode facilitar encontrar e bloquear sites eróticos que aderirem ao formato
 
BRUXELAS - A companhia que supervisiona a concessão de endereços de Internet, Icann, deve aprovar na sexta-feira a criação do sufixo .xxx para sites com conteúdo pornográfico, afirmaram representantes da empresa nesta quinta-feira.
A Icann, que é controlada pelo governo dos Estados Unidos, vinha resistindo à criação do sufixo. A empresa por várias vezes nos últimos anos rejeitou um pedido da norte-americana ICM Registry de autorização para distribuir endereços de sites com sufixo .xxx .
Mas membros do conselho da Icann vinham argumentando que, para manter a neutralidade na concessão dos nomes de domínio, deveria ser criado o .xxx, permitindo que sites com conteúdo sexualmente explícito utilizassem o sufixo de maneira voluntária.
"Caso os resultados de nossa análise sejam positivos, então iremos negociar contratos com a ICM (para o sufixo .xxx)", disse o conselheiro-geral da Icann, John Jeffrey, a representantes do órgão em reunião em Bruxelas nesta quinta-feira.
A pornografia online é uma indústria gigante. Segundo dados do grupo de estudos Internet Pornography Statistics, mais de 3 mil dólares são gastos com pornografia na Internet a cada segundo, e a palavra "sex" (sexo em inglês) é o termos mais buscado no mundo, representando 25 por cento de todas as buscas na web.
Estima-se que existam cerca de 370 milhões de sites pornográficos na Internet, o que significa que .xxx pode se tornar o sufixo mais usado do mundo, talvez até superando o .com.
Alguns membros da indústria pornográfica, no entanto, são contrários à utilização do .xxx, afirmando que o sufixo facilita a censura e pode prejudicar os negócios. A direita religiosa norte-americana também é contra a criação do sufixo por razões morais.
A Icann deve anunciar sua decisão formalmente.
Distribuidor DeMillus

Dica de Livro - OS axiomas de Zurique

Os banqueiros suíços ensinam como ganhar dinheiro em qualquer lugar no mundo. Você será sempre bem-sucedido no mundo dos negócios se seguir regras sobre risco, mobilidade, intuição, esperança e padrões. Logo depois da Segunda Guerra mundial um grupo de banqueiros e emprresários suíços resolveu ganhar dinheiro investindo em várias frentes, de ações a imóveis, de mercadorias a moeda. Neste livro estão as regras infalíveis que os banqueiros estabeleceram para diminuir os riscos enquanto aumentavam cada vez mais os lucros. São 12 axiomas principais e 16 secundários que se aplicam a qualquer tipo de investimento. Neles o leitor encontrará a chave para investir com sucesso à moda suíça. Distribuidor deMillus

Dica de Profissão - Caraúbas

Um salário de até 150 000 reais:
É quanto podem ganhar os práticos -- uma classe que tem exclusividade no trabalho de atracar navios
Nos portos brasileiros, há um tipo de profissional que ganha salários dignos de altos executivos fazendo um trabalho que pouca gente conhece. São os práticos. Sua função é assessorar os comandantes na hora de atracar os navios, passando por rádio orientações para evitar que a embarcação esbarre em bancos de areia e outros obstáculos. Segundo informações do mercado, um prático no porto de Santos, o mais movimentado do país, pode ganhar até 150 000 reais por mês. Por que uma remuneração tão alta? Simples -- na prática (e sem trocadilho) há uma reserva de mercado. Ao aportar, todo navio é obrigado por lei a contratar um prático, profissional que é habilitado exclusivamente pela Marinha. "A imposição visa proteger a vida humana no mar e prevenir acidentes ambientais", informa a assessoria de comunicação da Marinha. Há apenas cerca de 400 práticos no país. O serviço é privado, pago à cooperativa de práticos pelas companhias de navegação a cada manobra efetuada. Os usuários reclamam da falta de opções e dos preços altos -- um grande armador estima que a contratação de práticos represente 40% de seus custos portuários. Recentemente, o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, declarou que a posição do governo era pela abertura desse mercado. "Os práticos continuarão com suas cooperativas, mas as companhias que administram os portos também oferecerão o serviço", disse Brito. O Conselho Nacional de Praticagem é contra. "O modelo brasileiro é o mesmo de países conhecidos pela defesa da livre concorrência", diz Carlos Eloy Cardoso Filho, presidente do conselho.
Para se tornar prático, é preciso passar numa seleção promovida pela Marinha e, depois, cumprir um estágio de até dois anos. O carioca Franklin Maia, de 43 anos, um dos 16 práticos que trabalham no porto de Salvador, era oficial da Marinha mercante quando começou a prestar concurso. "Fiz dez exames até passar", diz Maia. "É um trabalho desgastante e perigoso." Uma manobra pode demorar até 6 horas para ser concluída. Maia não diz quanto ganha para fazer o trabalho. Mas estima-se que um prático em Salvador receba 50 000 reais por mês. Distribuidor DeMillus

História de Caraúbas em fotos

Câmara dos vereadores, dezembro de 1972. Distribuidor DeMillus