quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Mundo É Plano: Uma História Do Século XXI

Thomas L. Friedman, O Mundo é plano: uma História do século XXI
O mundo é plano: uma história breve do século XXI, de Thomas L.. Friedman é um livro actual e que norteia por outras ?águas? a temática da globalização. O autor ganhou três vezes o Pulitzer Prize pelo seu trabalho no jornal THE NEW YORK TIMES, onde é comentador de política internacional. É autor de três bestsellers: ?From Beirut to Jerusalém?; ?The Lexus and the Olive Tree: Understanding Globalization? e ?Longitudes e Attitudes: Exploring the Worl after September 11?. em ?O mundo é plano: uma história breve do século XXI? Thomas L. Friedman diz-nos que a globalização ao contrário do que é dito inúmeras vezes revela-se numa extraordinária oportunidade , sobretudo para os mais pobres. A globalização não gera mais pobreza e injustiça. Pelo contrário, ela facilita a vida aos pobres que queiram concorrer em mercado aberto. Defende que o mundo está a ficar cada vez mais igualitário e nivelado, concedendo aqos países atrasados mais oportunidades para entrar em áreas onde antes lhes era impossível participar. Nos negócios, mas também na investigação, no desporto, na cultura, a globalização está a tornar o mundo mais justo, o tal mundo plano, brincando com a tese de Colombo, que o mundo é redondo. A Índia e a China (principais protagonistas deste enredo, mas igualmente outras zonas), estão a ter grande sucesso na produção de produtos de baixa tecnologia, obrigando desta forma os ricos a subirem na escala produtiva, entrando em bens e serviços mais sofisticados. Este processo acabará por por beneficiar a todos, criando mais riqueza e alargando imenso os mercados mundiais. .Thomas Friedman, neste seu livro, conduz-nos por uma viagem estonteante pelos quatro cantos do mundo e por várias eras, para demonstrar que vivemos numa era de extraordinária em termos de oportunidades, sobretudo para os mais pobres. Livro interessante sobre a globalização.

PARABENS DANIELE CRISTINA






A equipe IMPORT FRANCE  parabeniza a Estudante, Daniele Cristina por mais um ano de conquistas. Caraúnas RN

ESPORTE DIVIDAS NO FUTEBOL

O futebol brasileiro continua revelando craques para o mundo e a seleção é mais uma vez favorita à conquista da Copa do Mundo. Apesar disso, um levantamento recente realizado pela empresa Casual Auditores revelou que a situação financeira dos clubes continua lastimável. O endividamento dos 14 maiores times do país chegou a 2,4 bilhões de reais no fim do ano passado, ante 1,3 bilhão de 2006, um salto de 81%. O líder da lista é o Fluminense, com passivos de 320 milhões de reais.

DIVIDAS DOS CLUBES
FLUMINENSE 320.000.000,00
BOTAFOGO 300.000.00,00
ATLÉTICO MINEIRO 295.000.000,00
VASCO DA GAMA 290.000.000,00
FLAMENGO 280.000.000,00
SANTOS 155.000.000,00
INTERNACIONAL 140.000.000,00
CORINTHIANS 130.000.000,00
GRÊMIO 125.000.000,00
SÃO PAULO 115.000.000,00
Juntos os times devem 2,150 Bi
Caraúbas RN

Parabens Ana

 A equipe da IMPORT FRANCE, Caraúbas RN, parabeniza Ana por mais um ano de felicidades. Ela é namorada do amior seresteiro do Oeste potiguar, Alexandro Bandeira. Parabens

O livro - A estratégia do oceano azul

O livro apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento. O livro ensina como colocar em prática essa estratégia.
Em busca de um crescimento sustentável e lucrativo, de olho em fatias generosas do mercado e trabalhando para tornar seus produtos — ou serviços — diferenciados em meio à concorrência, muitas empresas entram numa roda-viva de competição bruta, pesada.

O resultado dessa “batalha” é um “oceano vermelho”, nascido da luta sangrenta entre rivais por um potencial de lucros muitas vezes decrescente. Esse é o problema, segundo W. Chan Kim e Renée Mauborgne, autores de A Estratégia do Oceano Azul. Eles ensinam: “Não concorra com os rivais — torne-os irrelevantes”.

Kim e Mauborgne também avisam: é bem pequena a probabilidade de uma estratégia convencional se transformar em crescimento lucrativo no futuro. Aliás, bons e maus exemplos disso na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos estão no livro. Em síntese: ao invés da luta sangrenta no “oceano vermelho” da competição nos moldes conhecidos, deve-se criar estratégias inovadoras para desbravar “oceanos azuis” de espaços inexplorados de mercado.

Muitas empresas acabaram se perpetuando não pela continuidade de suas operações, mas depois de passarem por mudanças e rupturas significativas — Du Pont, Swatch, General Electric, Accor são empresas do Oceano Azul que reinventaram seus setores, criando valor único para seus clientes e, conseqüentemente, valor sustentável para seus acionistas, empregados, fornecedores e para a sociedade”, comenta — no Prefácio à Edição Brasileira — André Ribeiro Coutinho, diretor e um dos consultores da Symnetics, que realizou a revisão técnica dessa tradução. Ele cita como exemplos de empresas nacionais que realizaram “inovações de valor” as Casas Bahia (“pela idéia genial de um varejo para atender consumidores das classes C e D”) e a Gol Linhas Aéreas (“que vem transformando o setor de aviação brasileira”).

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Parabens a Dr Lamonielly

  A equipe da IMPORT FRANCE parabeniza a dentista e filha de do casal Dr Rochae Elion por mais um ano de conquistas. parabens

Lingerie DeMillus com estampa de cerejinhas





Combina com a estação e é ideal para ser usada à mostra, com regatinhas decotadas ou blusas semiabertas
Para celebrar a estação mais esperada e divertida do ano, a DeMillus lança uma nova versão de lingerie da linha Brigitte. Com estampa de cerejinhas e detalhes em fita de cetim verde, as peças são tão sugestivas de tudo que tem a ver com o verão – alegria, liberdade, prazer -, que dá vontade de mostrá-las. Para que isso seja feito com muito charme, além do drapeado que dá um toque gracioso ao sutiã, as alças também são decoradas com a estampa.
A lingerie Brigitte DeMillus é confeccionada em tule elástico bem macio. O sutiã tem taças espumadas e suporte que ajuda a elevar e valorizar os seios. O preço é R$ 27; os tamanhos vão do 40 ao 48.
As calcinhas vêm em duas versões. Para quem prefere calcinhas menores, o biquíni Brigitte é sensual e confortável, com detalhe de babadinho verde na cintura. Os tamanhos vão do PP ao EG; o preço é R$ 12. Já para encarnar uma pin-up moderna, a sugestão é a calça-short, que sugere uma dualidade entre o recato e a sensualidade, toda em babadinhos que a fazem irresistível. O preço é R$ 19; os tamanhos vão do PP ao EG. DeMillus Rio Grande do Norte

30 hábitos do novo consumidor

Pesquisa mapeou preferências dos consumidores e identificou seus hábitos de compra

  Por Cris Simon

São Paulo - A pesquisa Retratos do Varejo 2010, da APAS, associação paulista de supermercados, flagrou os hábitos e o grau de satisfação dos consumidores de varejo na hora da compra. Mostrou ainda como deu-se a evolução desses hábitos de 2006 para 2009. Veja 30 desses pontos.
1) 41% dos consumidores de classe C fazem compras de carro.
2) 31% dos consumidores de classe C têm cartão de crédito ou de loja.
3) A maioria dos consumidores de classe C compra mais no início do mês.
4) 82% dos consumidores de classe AB fazem compras de carro.
5) 71% de seus gastos são direcionados ao autosserviço.
6) Consumidores de classe AB e C reaproveitam alimentos em igual proporção, assim como apresentam uma diferença de apenas 1% no controle do consumo de água.
7) 65% dos consumidores da classe DE fazem compras a pé.
8) 48% dos gastos da classe DE são destinados ao autosserviço.
9) Consumidores brancos compram mais nas quartas-feiras.
10) Consumidores brancos são responsáveis pelos maiores gastos em hipermercados e supermercados.
11) Consumidores negros e pardos compram mais aos domingos
12) 21% dos gastos de outras etnias são em canais alternativos como venda porta-a-porta, farmácias, drogarias e atacadistas.
13) Outras etnias compram mais aos sábados.
14) 23% das pessoas que moram sozinhas e dos casais sem filhos praticam exercícios físicos. 10% a mais do que casais com crianças pequenas.
15) 31% das pessoas que moram sozinhas ou de casais sem filhos procuram alimentos com baixo teor de gordura, contra 15% dos casais que moram com filhos pequenos.
16) Casais com crianças pequenas têm uma taxa de separação de lixo para reciclagem 15% menor do que pessoas que moram sozinhas ou casais sem filhos.  17) Pessoas que moram sozinhas ou casais sem filhos possuem um tíquete médio menor, mas gastam mais em grandes lojas, concentrando suas compras no início do mês.
18) Casais com crianças pequenas compram mais nas segundas-feiras.
19) Casais com crianças pequenas fazem mais visitas ao ponto-de-venda.
20) 63% dos gastos de lares com crianças pequenas são voltados ao autosserviço.
21) Casais com crianças pequenas concentram-se mais na classe C.
22) Pessoas que moram sozinhas ou casais sem crianças preocupam-se mais com a conservação e o reaproveitamento dos alimentos, preservação do meio ambiente, controle de consumo de água. Além disso, também verificam mais a lista de calorias dos alimentos.
23) Casais com crianças pequenas, por sua vez, preocupam-se mais em fazer e seguir listas de compras.
24) Em 2006, 74% dos consumidores estavam satisfeitos com a limpeza do local de compra. Em 2009, essa taxa caiu para 67%.
25) Entre 2006 e 2009, a satisfação com a qualidade e o frescor de carnes e aves nos locais de compra caiu 7%.
26) Houve um aumento de 5% no incômodo dos consumidores com a demora do atendimento no caixa de 2006 para cá.
27) 12% dos consumidores acham importante ter produtos gourmet à venda, mas apenas 3% estão satisfeitos com os produtos gourmet.
28) 42% dos consumidores acham importante ter vagas especiais para idosos, mas apenas 7% estão satisfeitos com as vagas.
29) Ter seção de produtos para dietas especiais  (diabetes, celíacos, etc) é importante para 34% dos consumidores, mas apenas 6% estão satisfeitos com os produtos.
30) A maioria dos consumidores de varejo continuam insatisfeitos com fatores básicos como limpeza e organização da loja, rapidez no caixa, etc. O que demonstra seu amadurecimento e o crescente nível de exigência.                                                                                              

Parabens Eduarda Leite

A equipe da IMPORT FRANCE  parabeniza a estudante caraubense por mais uma nao de vida. Caraúbas RN

O salário é por conta dos patrocinadores

Márcio Orsolini e Lucas Amorim
Para bancar a contratação de jogadores estrelados, os clubes de futebol brasileiros partiram para novos modelos de patrocínio - e chamaram a atenção de marcas que jamais haviam investido no esporte
Quando Robson de Souza, o Robinho, decidiu aceitar o convite do Santos para voltar a jogar futebol no Brasil, em janeiro deste ano, não foram somente os torcedores do clube paulista que ficaram surpresos. Diretores de marketing e dirigentes de outras agremiações perguntavam-se insistentemente como o Santos conseguiria arcar com um salário de aproximadamente 1 milhão de reais por mês - uma bolada para os padrões brasileiros, mas 17% menos do que Robinho recebia no Manchester City, da Inglaterra. A resposta veio no mês seguinte, quando o frigorífico Marfrig, dono da marca Seara, topou pagar 15 milhões de reais para ter seu logotipo estampado no uniforme dos jogadores do Santos. O que chamou a atenção, nesse caso, não foi tanto a quantia, a maior da história do Santos - mas como o clube irá utilizála. Parte desse dinheiro vai para uma das quatro cotas de patrocínio que o Peixe criou especificamente para bancar o salário do jogador, algo inédito no futebol brasileiro (o nome das outras três patrocinadoras de Robinho ainda não foi divulgado). Até então, somente o Corinthians havia procurado uma solução fora do comum para conseguir contratar o craque Ronaldo no final de 2008, embora em bases diferentes - pelo contrato assinado com ele, 80% da receita obtida com patrocínio nas mangas da camisa e no calção vai para sua empresa, a R9. Agora, os dirigentes do Santos encontram-se às voltas com outro desafio: descobrir um jeito de esticar o contrato do jogador até o final do ano sem comprometer seu orçamento (oficialmente, Robinho fica só até agosto no clube). "Sem um patrocinador de peso, fica difícil mantê-lo aqui", diz Armênio Neto, gerente de marketing do Santos.
Contratos originais como os fechados com Robinho e Ronaldo, em que boa parte da responsabilidade pelo pagamento dos salários é transferida diretamente para patrocinadores, tornaramse o sonho de consumo de vários clubes brasileiros - e vêm se convertendo numa das principais armas das empresas para projetar suas marcas no Brasil. Além dos "recém-importados" Robinho, Ronaldo, Adriano e Roberto Carlos, jogadores como Ronaldinho Gaúcho, do Milan, e Elano, do Galatasaray, da Turquia, já entraram no radar de Santos, Corinthians, Flamengo e até do São Paulo, normalmente avesso à contratação de grandes estrelas. Ao analisar a matemática por trás desse tipo de operação, fica fácil entender as razões de tamanho frenesi. Do 1 milhão de reais prometido a Robinho, o Santos vai desembolsar apenas 160 000 - 40 000 reais a mais que o montante pago ao jovem Neymar, revelação do time. E, apesar de a Seara bancar parte de seu salário, o jogador ficou livre para assinar contratos com outras empresas sem a necessidade de repassar um centavo sequer ao clube, como fez recentemente com a montadora Volkswagen. "Essa modalidade de patrocínio específico para pagar salário de jogador só existe no Brasil", diz Amir Somoggi, da consultoria Crowe Horwath, especializada em esporte.
É bem verdade que o fato de esses jogadores estarem vivendo um momento particularmente difícil na Europa ajudou - e muito - os clubes brasileiros. Ronaldo estava desempregado quando aceitou vir para o Corinthians. O banco de reservas era al go cada vez mais frequente na rotina de Robinho. E a polêmica em torno do jeitão briguento de Adriano havia desgastado sua imagem na Itália. A má fase nos gramados europeus não impediu, no entanto, que esses craques se convertessem numa máquina de bons resultados no Brasil - pelo menos financeiramente. Com a chegada de Robinho, em janeiro, a bilheteria do Santos cresceu 114% no mês de março em comparação com o mesmo período do ano anterior. No Corinthians, a venda de camisas com o número 9, de Ronaldo, subiu mais de 50% desde sua chegada, superando todas as projeções da Nike, fornecedora de material esportivo do time. "A contratação de jogadores es trelados serviu de chamariz para outras marcas", diz Luís Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians. "Graças a Ronaldo, o clube conta com um patrocínio superior a 50 milhões de reais ao ano."
Mesmo que outros contratos com jogadores milionários jamais saiam do papel, a mera possibilidade de vincular uma marca a ídolos internacionais já provocou uma importante mudança no futebol brasileiro. Empresas que nunca haviam investido nos gramados correram para despejar um caminhão de dinheiro nos clubes, na óbvia esperança de ganhar com a exposição. Em abril de 2009, a Hypermarcas iniciou com o Corinthians o que viria a ser o maior patrocínio da história do futebol nacional - um aporte de 40 milhões de reais. Pouco depois, o banco Panamericano, do Grupo Silvio Santos, também decidiu patrocinar o clube. Em fevereiro, foi a vez do frigorífico Marfrig fazer sua estreia no futebol. "Ficamos tão satisfeitos que estendemos a parceria à seleção brasileira e à Fifa", diz Ricardo Florence, diretor de planejamento estratégico da Marfrig.
Embora pareça um jeito simples de expor uma marca, bancar um jogador de futebol envolve riscos - tanto para o patrocinador quanto para o clube. Primeiro porque esse tipo de contrato geralmente vigora apenas enquanto o craque estiver ligado ao time, deixando o clube de certa forma refém de sua contratação. No acordo que fechou com o Corinthians, em março de 2009, a Batavo deixou claro que os 18 milhões de reais anuais em patrocínio seriam reduzidos à metade caso Ronaldo deixasse a equipe. Do ponto de vista das empresas, o perigo está em associar a imagem a ídolos de reputação, digamos, duvidosa. O craque Adriano, patrocinado pela Olympikus, virou habitué das páginas não esportivas de jornais por causa de brigas com sua ex-noiva Joanna Machado. Na última delas, ocorrida em 5 de março durante um baile funk numa favela carioca, Adriano só não partiu para a agressão física porque foi impedido pelos amigos - mas acabou suspenso pelo clube na partida contra o Caracas, da Venezuela, pela Copa Libertadores dias mais tarde. Esse tipo de comportamento explica, em grande parte, por que Adriano ainda não conseguiu atrair outros patrocinadores para o Flamengo, apesar de as vendas de material esportivo do time terem aumentado em 50% desde sua chegada. Um sinal evidente de que, mesmo no milionário mundo do futebol, as empresas não estão dispostas a pagar qualquer preço.

Parabens Mila Mota

                                                                                        A equipe IMPORT FRANCE parabeniza a jornalista, filha de Caraubas, Camila Mota por mais um ano de conquistas.

Bradesco fecha acordo de bônus com Claro, Oi e Tim

  Por Altamiro Silva Júnior
O Bradesco informa que a parceria com a Vivo já está em funcionamento nas agências
São Paulo - As operadoras Claro, Oi e TIM também firmaram acordo com o Bradesco para conversão de tarifas de conta corrente em bônus para ligações e mensagens no celular pré-pago. Hoje pela manhã, o banco anunciou parceria com a Vivo para a criação da Conta Bônus Celular Bradesco, trocando o valor pago na cesta de serviços, de R$ 11 a R$ 16, em créditos para o celular.
O Bradesco informa que a parceria com a Vivo já está em funcionamento nas agências de todos os locais onde a operadora de telefonia está presente. No caso das outras três empresas, o banco informa que o acordo foi assinado, mas a operação nas agências ainda não começou.Na parceria com a Vivo, o Bradesco acredita ter potencial para abrir 25 mil contas correntes por mês, que vão converter o valor das tarifas para créditos para celulares pré-pagos. "O Bradesco abre 250 mil contas por mês. Acreditamos que 10% delas podem ser da conta bônus", disse o diretor executivo do banco, Candido Leonelli. Estima-se que entre 40 e 50 milhões de portadores de celular pré-pago não têm conta corrente. Dos 180 milhões de celulares que existem no Brasil, 80% são pré-pagos.