quarta-feira, 20 de abril de 2011

Fraudadores tentam roubar € 2 milhões do Palácio do Eliseu

Policiais na entrada do Palácio do Eliseu

PARIS - Fraudadores tentaram sacar dois milhões de euros (2,9 milhões de dólares) da presidência francesa depois de obter o número da conta bancária do Palácio do Eliseu.
Eles se fizeram passar por funcionários do serviço financeiro na tentativa, segundo a presidência francesa.
A promotoria de Paris abriu uma investigação por "tentativa de fraude".
Christian Frémont, diretor de gabinete do presidente Nicolas Sarkozy, afirmou que um grupo conseguiu o número da conta bancário do Eliseu e o organograma do serviço financeiro".
"Há 15 dias, um dos fraudadores ligou para o banco do Palácio do Eliseu e, se fazendo passar por funcionário do serviço financeiro, pediu que transferisse um cheque de dois milhões de euros para uma conta no exterior, que se descobriu que ficava na China", disse Fremont.
Intrigado, o banco entrou em contato com o governo e evitou a fraude.
Segundo Fremont, o grupo, integrado por franceses, já havia aplicado o golpe em outras situações.
Segundo a revista Le Canard enchaîné, que revelou o caso, a Agência Nacional de Cheques de Férias (ANCV) caiu no golpe e transferiu 998.000 euros para uma conta na China

Orlando vence Atlanta e empata série na NBA

Dwight Howard (E), do Orlando Magic, leva a melhor numa dividida com Josh Smith, do Atlanta Hawks

ORLANDO, EUA - Com excelente trabalho ofensivo de Dwight Howard, Orlando Magic bateu Atlanta Hawks por 88 a 82, empatando por 1 a 1 o confronto pela primeira rodada dos playoffs da Conferência Leste da NBA.
Jogando em casa, Howard anotou 33 pontos e pegou 19 rebotes, seguido por Jameer Nelson, com 13 unidades e oito capturas.
Para Atlanta, os destaques foram Jamal Crawford, com 25 pontos, e Josh Smith, 17 unidades.
O confronto segue agora para Atlanta, onde na sexta-feira ocorre a terceira partida da melhor de sete.
O ganhador enfrentará na próxima etapa o vencedor do confronto entre Chicago Bulls e Indiana Pacers.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Festival de Cannes: Jude Law e Uma Thurman participam de júri


PARIS  - Os atores Jude Law e Uma Thurman, assim como o diretor francês Olivier Assayas, fazem parte do júri do 64º Festival de Cinema de Cannes, cujo presidente será o ator americano Robert De Niro, informaram os organizadores.
O júri é composto por dois atores, que nesta edição serão a americana Uma Thurman, musa de Quentin Tarantino em "Pulp Ficton - Tempo de Violência", e o britânico Jude Law ("Alfie - O Sedutor", "Closer - Perto Demais").
Além do francês Olivier Assayas ("Carlos"), outros dois diretores deliberarão em Cannes, o chadiano Mahamat Saleh Haroun ("Um Homem que Grita") e Johnnie To ("Vingança"), de Hong Kong.
A produtora argentina, Martina Gusman, que também é atriz, dividirá a mesa com sua colega chinesa Nansun Shi, assim como com a crítica e escritora norueguesa Linn Ullmann.
Em Cannes, haverá também outros jurados: o cineasta sérvio Emir Kusturica, que presidirá a sessão "Um Certo Olhar".
O júri da Palma de Ouro de curta-metragem será presidido pelo cineasta francês Michel Gondry, enquanto que o diretor sul-coreano Bong Joon-ho lidera na Câmara de Ouro.
O primeiro júri da Semana da Crítica será presidido por outro cineasta sul-coreano, Lee Chang-dong.

Filme de Karim Ainouz está na Quinzena dos Realizadores



PARIS  - O filme brasileiro "O Abismo prateado", do diretor Karim Ainouz, foi selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.
A Quinzena dos Realizadores, uma das mostras paralelas do festival, tem como meta descobrir filmes de jovens autores e saudar as obras de diretores reconhecidos.
Frederic Boyer, diretor da mostra criada pela Sociedade de Realizadores de Filmes (SRF) depois de maio de 1968, celebrou o fato de que "Impardonnables", do premiado cineasta francês André Téchiné, 66 anos, integre o programa oficial, ao lado de obras de jovens diretores.
Boyer também anunciou que o cineasta iraniano Jafar Panahi, preso, será homenageado com um prêmio especial.
Panahi, 51 anos, que venceu a Camera d'Or em 1995 em Cannes por "O Balão Branco", o Urso de Prata em Berlim em 2006 por "Fora do Jogo" e o Leão de Ouro em Veneza em 2000 por "O Círculo", está preso no Irã por "propaganda contra o regime".
O diretor iraniano também foi proibido de filmar, o que segundo Boyer equivale a uma "pena de morte".
Desde 2002, a SRF rende tributo a um diretores consagrados. Já foram premiados Clint Eastwood (2003), Nanni Moretti (2004), David Cronenberg (2006), Jim Jarmusch (2008) e Agnes Varda (2010), entre outros.
A participação do Brasil em Cannes também inclui o filme "Trabalhar Cansa", de Juliana Rojas e Marco Dutra, na mostra oficial Um Certo Olhar, além do curta-metragem "Permanências", de Ricardo Alves Junior, na Semana da Crítica.

Morreu a ex-atleta norueguesa Grete Waitz, 9 vezes campeã da maratona de NY


OSLO - A atleta norueguesa Grete Waitz, nove vezes vencedora da maratona de Nova York, morreu nesta terça-feira aos 57 anos devido a um câncer, anunciou sua Fundação, a Aktiv Moto Kreft ("Ativos contra o Câncer").
Ela era a atleta mais premiada da Noruega. Entre os títulos conquistados, ganhou nove meses a maratona de Nova York, entre 1978 e 1988.
Também bateu o recore mundial dos 3.000 metros duas vezes, em 1975 e 1976, e ganhou o título mundial de cross cinco vezes.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Dica de Livro: A Odisséia de Homero

Mais do que um livro divertido e comovente sobre as aventuras de um gatinho cego, A odisséia de Homero é uma história de superação, de autoconhecimento, de transformação e de crescimento pessoal. Ela vai fazer você rir, se emocionar e compreender que, para conseguir o que queremos da vida, muitas vezes precisamos dar um salto no escuro, da mesma forma que Homero: confiando em nossos instintos e acreditando que sempre cairemos de pé.
A odisseia de Homero, que apesar do título não tem nenhuma relação com as tradicionais histórias gregas. Este Homero do título não é um homem ou um herói; é um anti-herói, um gato esperto e cego. O livro, de autoria de Gwen Cooper, foi um grande sucesso de venda nos Estados Unidos, onde comercializou mais de 80 mil exemplares e esteve na cobiçada e invejada lista de mais vendidos do jornal The New York Tîmes por várias semanas.”

Parabéns Uézia Valdevino

A equipe Import France deseja á você um feliz aniversário
Postado por Ju Gurgel

TV Cultura vai por toda a programação na web


A TV Cultura vai inaugurar, no dia 25, um novo site onde todos os programas produzidos pela emissora ficarão disponíveis para ser vistos pelos internautas

Obra de Alexandre Órion no programa Metrópolis: a arte é uma das especialidades da TV Cultura
São Paulo — A TV Cultura inaugura, em 25 de abril, um novo site na web. No Cmais(www.cmais.com.br), os internautas poderão conferir os programas da emissora na íntegra.
“Toda a produção própria estará lá”, disse o presidente da TV Cultura, João Sayad, durante apresentação da grade de programação da emissora para 2011. “Nosso site era muito institucional”, avalia ele. Já os programas adquiridos de outras produtoras só serão exibidos na Internet caso tenham os direitos liberados pelas detentoras para isso.

Daniel Alves quer permanência de Guardiola no Barça


MADRID - O lateral Daniel Alves, do Barcelona, afirmou nesta segunda-feira que deseja que o técnico Pep Guardiola permaneça no clube por mais tempo que o da duração de seu contrato, até o fim da próxima temporada.
Guardiola, 40 anos, deu a entender que poderia deixar o Barça em uma entrevista ao canal de televisão italiano RAI este mês.
"Estou bem aqui, mas sinto que meu tempo no Barcelona está terminando", disse o treinador.
Mas Daniel Alves afirmou ao jornal El Mundo que ele e o restante da equipe desejam que o treinador fique por mais tempo.
"Nós o seguimos com os olhos fechados. É muito inteligente, sabe sempre o que faz. Não seguir Guardiola seria coisa de tontos. Como não somos, o seguiremos até que se canse de nós", declarou.
"Todos têm um ciclo e um dia acabará o dele. Esperemos que dure muito, porque não nos imaginamos em um Barça sem Guardiola", completou o brasileiro.
Guardiola tem contrato com o Barcelona até 2012.
O técnico, no cargo desde 2008, tem um currículo de muitos títulos: dois campeonatos nacionais, uma Copa do Rei, uma Liga dos Campeões da Europa, um Mundial de Clubes e uma Supercopa da Europa.
Na atual temporada, o Barça lidera a liga espanhola, decide a Copa do Rei com o Real Madrid e enfrenta o rival nas semifinais da Champions League.

Armas

Maria Stela Grossi, do Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança da UnB, fala sobre as consequências do caso na sociedade

Para pesquisadora, debate sobre desarmamento é mais efetivo que campanhas
Por Gilberto Costa
Brasília – A morte de 12 adolescentes e ferimentos em mais 12 na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, no último dia 7 de abril, chocou o país. Wellington Menezes de Oliveira, ex-aluno, entrou na escola, invadiu duas salas de aula e atirou nos alunos.
A gravidade e a repercussão da tragédia colocaram em pauta a validade de um plebiscito sobre o comércio legal de armas no Brasil ocorrido há seis anos, Naquela ocasião, 64% dos brasileiros, que votaram no referendo popular, foram contra à proibição da comercialização de arma de fogo e munição em todo o território nacional.
Por causa do massacre de Realengo, o tema do desarmamento voltou à pauta dos debates políticos, trazido pelo presidente do Senado Federal, senador José Sarney (PMDB-AP).
Para falar sobre o assunto, a Agência Brasil entrevistou a socióloga Maria Stela Grossi, do Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança da Universidade de Brasília. Ela é autora do livro Sociologia da Violência.


Agência Brasil - A sociedade brasileira é violenta? O episódio na Escola Municipal Tasso da Silveira destoa em quê de outros casos de violência no país?
Maria Stela Grossi Porto - Acho que há um traço autoritário e violento na sociedade brasileira. Estamos vivendo um movimento que me parece mais ou menos paradoxal. Por um lado, há um acirramento dessa sociabilidade violenta, a sociedade que tem a violência como primeira alternativa para a resolução dos seus conflitos. Por outro lado, a reação que isso provoca no conjunto da sociedade demonstra que não é algo que atinge a sociedade como um todo, há um aumento na nossa sensibilidade. Parte da sociedade tende cada vez menos a aceitar a violência, sobretudo quando vista como uma violência gratuita. Esse episódio destoa em relação aos outros, tem características próximas de sociedades, como a americana, na qual há um dado de gratuidade da violência muito grande. O fato de envolver crianças também causa mais comoção ao fato.

ABr - Há explicação para o que aconteceu?
Stela Grossi - Do ponto de vista individual, a psicologia e a psicanálise certamente vão encontrar explicações que vão da ordem das patologias particulares. Do ponto de vista da sociologia, o que importa é ultrapassar a questão pessoal e refletir sobre a natureza da sociedade nas quais coisas, atos e tragédias desse tipo acontecem. Pode se dizer que [o episódio] é resultado de frustrações, medos, raivas, invejas que vão ter causas na infância e na adolescência; mas as formas de expressar frustrações têm raízes sociais.

ABr - A notoriedade do crime, inclusive com a veiculação na TV e na internet de vídeos do autor falando antes dos assassinatos, pode alimentar a violência e estimular comportamentos semelhantes?
Stela Grossi - O que a mídia está fazendo é transformar isso tudo em espetáculo. A mídia busca aquilo que vende, e a violência é uma das notícias que mais vendem. Lembro de Yves Michaud [filósofo canadense e ex-jornalista] que diz que mesmo que não seja possível apontar que isso [a cobertura midiática] acaba levando a mais violência, no mínimo provoca uma certa nervosidade no social. A meu ver, há aspectos que poderiam ser tratados de outra maneira. Não sou favorável, em hipótese nenhuma, a que se omita [a notícia], não é por meio da censura que o problema vai ser resolvido. Mas a forma de conduzir que poderia ser de uma forma diferente.

ABr - Se o país fosse mais seguro, a situação social fosse muito mais equilibrada e não houvesse falhas na política pública, o episódio teria acontecido?
Stela Grossi - Eu acho que poderia, sim, ter acontecido de qualquer forma. Isso não significa dizer que não existe nenhuma falha na nossa segurança pública, que ela seja perfeita. Não significa, com isso, dizer também que a gente tem que transformar o espaço da escola em um espaço policialesco. Cada vez que acontece algum tipo de episódio como esse, há a reação da sociedade, diante da intranquilidade, de demandar mais polícia e mais segurança. A reação dos políticos vai muito nessa direção de tentar responder o que eles supõem que seja a expectativa da sociedade: mais leis, mais punições, mais polícia. É óbvio que a gente precisa de uma política de segurança pública que seja eficaz e que desencoraje o crime, mas isso não significa um estado policialesco. Tenho a impressão que essa intensidade de demanda por mais repreensão e mais punição é uma forma um pouco duvidosa de responder. É preciso pensar em processos de socialização mais solidários. Um conjunto de situações poderia ser revertido se as nossas marcas de socialização tivessem outro conteúdo.

ABr - Há razão para se retomar o debate de fazer o plebiscito sobre o desarmamento?
Stela Grossi - O debate, sim. Mas, o plebiscito, eu tenho um pouco de dúvida. Eu sou francamente favorável ao desarmamento. Ter arma em casa é ilusório. Ela não dá segurança, na maioria das vezes quem tem arma em casa, e não sabe usar, acaba se transformando em vítima facilmente. Além do mais, o excesso de armas é o que faz com que muitos dos crimes que possam ser resolvidos por meio de um conflito administrável acabem em violência, porque as armas acabam levando a uma sensação de poder, de onipotência quase. Por outro lado, não podemos esquecer que a origem das armas responsáveis pela esmagadora maioria dos assassinatos, como o Mapa da Violência mostrou recentemente, são armas ilegais. Uma campanha de desarmamento não fará com que as pessoas entreguem suas armas, mas o debate sobre o desarmamento tem um conteúdo simbólico muito importante, porque pode levar à tentativa de reversão de uma cultura da violência por alguma coisa de natureza mais solidária. Não sei se é o caso de voltar com o plebiscito, aquele plebiscito foi muito mal planejado, a pergunta era extremamente incompetente no sentido de captar exatamente o que se queria. Não tenho muita garantia de que o plebiscito seja a melhor alternativa, mas, certamente, o desarmamento é uma alternativa importante.

ABr - A senhora dá aula para quem trabalha com segurança pública. O que esses operadores apontam como falhas da política de segurança pública?
Stela Grossi - Há uma preocupação com o equipamento, mais viaturas e armas. Há queixa de não há quantidade suficiente de policiais, e o que aprendem nos treinamentos não tem nem como ser efetivado.


domingo, 17 de abril de 2011

Senador tem habilitação apreendida em blitz no Rio


Carteira de habilitação do senador estava vencida

Senador por Minas Gerais, Aécio Neves teve a CNH apreendida no Rio na madrugada deste sábado
São Paulo - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve sua carteira de habilitação apreendida na madrugada deste domingo, durante uma blitz da Lei Seca, no Leblon, no Rio de Janeiro.

Segundo informações da assessoria de imprensa de Aécio, a blitz ocorreu a cerca de três quarteirões de seu apartamento, quando o senador voltava para casa após visitar amigos. Ao ser parado, foi reconhecido pelos policiais, segundo a assessoria.

A carteira de habilitação de Aécio, que estava vencida, foi apreendida e o veículo foi levado por um taxista até sua residência, sob orientação policial. O senador foi multado por dirigir com CNH vencida.

sábado, 16 de abril de 2011

Perfume mais vendido no Brasil é o J’Adore da Dior.

Por Sylvia de Sá

Dior: por três anos consecutivos, fragrância J’Adore é a mais comercializada no Brasil

Rio de Janeiro - A LVMH comemora os resultados da Dior no Brasil. Segundo um levantamento da Segmenta, empresa que audita o mercado de perfumaria, a marca francesa atingiu a liderança em vendas em 2010, nos setores de perfumes, cosméticos e tratamento. Por três anos consecutivos, a fragrância feminina J’Adore é a mais comercializada no país.
No último ano, o principal investimento da Dior foram os espaços de beleza personalizados dentro de pontos de venda, em capitais como São Paulo, Brasília, Natal e Salvador.
Para 2011, serão lançadas ações com foco no estado de São Paulo e em Fortaleza. Nos espaços personalizados, a marca conta com consultoras treinadas para atender e informar sobre os produtos. Ainda este ano, a Dior também aposta em uma equipe de maquiadores, esteticistas e especialistas em fragrância para apresentar os lançamentos de linhas como Miss Dior Cherie e Addict.