domingo, 2 de janeiro de 2011

O que não pode ficar de fora dos contratos?

Por Sérgio Tauhata

Faça a checagem dos aspectos mais importantes a prever em documentos sobre a sociedade, a locação de imóveis e as negociações de compra e de venda


Conflitos entre sócios, calotes, tributos exagerados e até mesmo o pagamento de indenizações para funcionários terceirizados são alguns dos riscos que as empresas correm por conta de contratos mal redigidos. Segundo uma pesquisa da Associação Nacional de Gestão de Contratos (ANGC), 68% dos negócios enfrentam dificuldades em identificar e avaliar cláusulas específicas e riscos estabelecidos nos textos legais — mesmo aqueles com faturamento acima de R$ 100 milhões, que compuseram dois terços das companhias consultadas em todo o país. Metade dos entrevistados não conta com métodos de gestão de contratos. E também metade mantém algum tipo de terceirização sem documento de formalização. 


Os contratos precisam ser bem detalhados. É comum que empresas sem departamento jurídico procurem modelos de documentos na internet, motivadas pela solução rápida e barata. Só que quase sempre é necessário ir além. Se uma condição negociada não estiver prevista nesse modelo, o contratante ficará descoberto. 



Para Antonio Jacinto Caleiro Palma, professor de Direito Empresarial da FGV, a falta de especificidade pode funcionar como uma bomba-relógio. “Já vi casos de negócios comprometidos porque o contrato social não previa, por exemplo, a morte de um sócio. É uma situação de risco. Um herdeiro sem preparo pode assumir a direção ou ainda haver uma briga interna”, afirma. 



Na hora de redigir o compromisso, erros de linguagem também podem comprometer o resultado. “Não é só o português. Muitas vezes a escrita é confusa e não reflete o que foi acordado entre as partes. O texto tem de ser claro e não dar margem a dúvidas ou interpretações”, explica Mayra Palópoli, sócia do escritório Palópoli e Associados. 



O advogado José Dilecto, do escritório Crivelli & Associados, calcula que uma gestão eficiente de contratos possibilite uma economia de até 30% em custos de indenizações indevidas a trabalhadores terceirizados, calotes e falta de cumprimento de acordos, além de evitar multas, desgaste com clientes e fornecedores e eventuais despesas com processos longos. Confira a seguir se você prevê as cláusulas mais importantes para cada tipo de contrato. 

FAÇA SEU CHECK-LIST | Uma lista para verificar se seus contratos estão em ordem
CONTRATO SOCIAL

> O objeto social abrange todas as atividades da empresa?
A cláusula deve prever em detalhes tudo o que o empreendimento vai fazer. Fique atento às especificações da legislação para cada área. Por exemplo, um negócio de saúde exige um profissional habilitado para funcionar. Se entre os sócios não houver nenhum, será preciso deixar claro que a responsabilidade ficará a cargo de um departamento técnico.

> O contrato leva em consideração o melhor regime tributário?
O objeto social define se o empreendimento pode ser enquadrado no Simples Nacional — um regime fiscal diferenciado para micro e pequenas empresas. Quem fica de fora está sujeito a um aumento de carga tributária de até 200%. Mas cuidado: não adianta pensar em tirar vantagem da legislação com atividades não condizentes às reais. Se a empresa não atuar conforme o contrato, além de ter de pagar a diferença não recolhida, as multas chegam a 150% desse valor.

> Os cargos dos sócios estão detalhados?
De acordo com o Sebrae, brigas entre sócios são responsáveis pelo fechamento de 9% dos empreendimentos no país. Para evitar conflitos, é preciso descrever o cargo que cada sócio atuante vai ocupar, além de determinar a hierarquia administrativa.

> As responsabilidades dos diretores fazem parte do contrato?
É importante relacionar funções específicas. Por exemplo, quais diretores podem assinar pagamentos. “A movimentação financeira deve estar atrelada à aprovação de mais de um sócio para assegurar a transparência”, diz Antonio Palma, professor da FGV. Ele também reforça a necessidade de se condicionar aumento de capital à aprovação de 100% dos sócios. “Caso contrário, a parte com mais dinheiro pode pulverizar a participação dos demais.”

> É prevista a saída de sócios?
Desistência ou morte de um sócio são situações que podem gerar disputas. Os riscos vão desde a entrada no negócio de um herdeiro despreparado e sem comprometimento às brigas pelo controle. O documento deve estabelecer as condições de transferência e compra das ações, com valores e prazos de pagamento.
CONTRATO DE LOCAÇÃO

> O prazo de ocupação é adequado?
É um erro adotar períodos de contratos residenciais, que, em geral, estendem-se por 40 meses (3 anos e meio) ou menos. Prazos curtos significam antecipar a renovação e suas consequências, como aumento dos valores e a possibilidade de despejo repentino. O padrão para contratos comerciais é de cinco anos.

> O acordo inclui cláusula de renovação compulsória?
O documento deve estabelecer a prorrogação em caso de vencimento e exigência de o locador negociar seis meses antes do fim do prazo se quiser retomar o imóvel. “Uma medida de proteção ao locatário é registrar o contrato em cartório de imóveis. Assim, em uma eventual venda do prédio, o comprador é obrigado a respeitar os termos do contrato”, afirma José Dilecto, do Cavalli e Associados.

> O documento prevê negociações sobre reformas e melhorias?
Se o locatário tiver de adaptar o imóvel para atender ao crescimento da demanda, terá de negociar com o proprietário. É melhor acertar os termos previamente, como compensações no aluguel ou divisão de despesas da obra.
CONTRATOS DE COMPRA OU DE CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

> A empresa está protegida contra dívidas solidárias?
Um ex-funcionário de uma terceirizada pode processar tanto a antiga empresa quanto a contratante. “É comum a Justiça do Trabalho entender que existe esse vínculo”, alerta Antônio Palma, da FGV. O documento deve prever instrumentos de controle, como a apresentação mensal de documentos de recolhimento de impostos e obrigações trabalhistas pela contratada. O texto também pode prever que, em caso de ação trabalhista, a contratante possa bloquear no pagamento o valor proporcional do processo.

> As condições de pagamento estão estabelecidas em contrato?
O risco é enfrentar questionamento legal e até um calote. Uma proteção é atrelar o pagamento a eventos. Por exemplo, em caso de obras, o contrato pode definir que o desembolso vai ocorrer de acordo com as etapas da construção.

> O objeto de contratação está corretamente definido?
Um contrato vago nesse aspecto pode impedir uma eventual cobrança judicial. O documento deve explicar o que está sendo contratado, com todas as especificações técnicas.

> Há detalhamento sobre multas e compensações?
A cláusula de multa tem de detalhar todas as condições: valores, prazo, correção, índices de correção e incidência de juros por atraso.

> Há cláusula de uso de câmaras arbitrais para resolver conflitos?
A solução de litígios na Justiça comum é a maneira tradicional. No entanto, processos podem ser longos e custosos. “Uma ação pode demorar até seis ou sete anos”, diz a advogada Mayra Palópoli. Uma forma de resolução rápida é prever o uso de câmaras arbitrais, que são entidades privadas que levam no máximo seis meses para solucionar o litígio. A cláusula deve definir a instituição, o número de árbitros e até mesmo a formação de quem for julgar a questão.
CONTRATOS DE VENDA OU DE FORNECIMENTO DE SERVIÇOS

> O objeto de venda está corretamente definido?
Para evitar processos de clientes, o contrato precisa explicar o objeto da negociação, com todos os detalhes.

> Existem proteções contra inadimplência?
Além das multas e outras compensações, o texto pode prever garantias específicas para evitar perdas financeiras, como a exigência de fiança bancária ou de seguro contra o calote.

> O contrato contém uma cláusula de confidencialidade?
Sem proteção, a empresa corre o risco de seus dados sigilosos se tornarem públicos. Isso pode municiar os concorrentes e prejudicar negociações futuras. Em contratos comerciais, as partes com frequência divulgam informações estratégicas sobre o negócio. O comprador, por exemplo, pode requerer informações sobre saúde financeira e capacidade de produção.




sábado, 25 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A história da rua 25 de Março em 5 lojas

Por Daniela Moreira

Conheça a história de cinco das lojas mais tradicionais da 25 de Março e dos empreendedores que as criaram


São Paulo - Um dos pontos de comércio mais famosos do Brasil, a 25 de Março, no centro de São Paulo, tem mais de 145 anos de história. A rua nasceu em uma região onde costumava funcionar um porto, de onde partiam mercadorias diversas pelos Rios Tamanduateí e Anhangabaú, mais tarde desviados por conta de problemas com as enchentes.
Registros históricos indicam que a primeira loja a ser aberta na região foi a Nami Jafet & Irmãos, em 1893. Nascia uma tradição de comerciantes libaneses que se estabeleciam na área e forneciam mercadorias para seus patrícios recém-chegados a São Paulo mascatearem em bairros mais distantes.
Rapidamente, o comércio na região prosperou. Em 1901, já existiam centenas de pequenas lojas instaladas no local. Conhecida pelos bons preços e pela variedade de produtos, hoje a rua chega a atrair mais de 1 milhão de pessoas por dia nas datas mais movimentadas, segundo a União Dos Lojistas Da 25 De Março e Adjacências.

Conheça a seguir a história de cinco das lojas mais tradicionais da 25 de Março e dos empreendedores que as criaram.



Doural: tradição e modernidade

Fundada há mais de 100 anos, a Doural é uma das lojas mais tradicionais da 25 de Março. A história de seu criador, Assad Abdala, se confunde com a de muitos dos empresários que transformaram a rua no centro comercial que é hoje.
Oriundo de uma família humilde da Síria, ele emigrou para o Brasil em 1895, aos 25 anos de idade. Ao chegar aqui, como muitos conterrâneos, começou mascateando produtos carregados nas costas pelas ruas de São Paulo.
Em 1900, Abdala já abria suas duas primeiras lojas na região e pouco tempo depois se mudava com a família para o prédio da 25 de Março, que por muito tempo foi sua casa e sede da sua empresa. A tradição de trazer artigos importados da Europa foi iniciada por Abdala na época e levada à frente pelas gerações seguintes.
Mas os herdeiros também tiveram um papel importante na reinvenção e no sucesso do negócio, transformando a loja - antes conhecida por vender tapetes e cortinas - em uma das primeiras da região a trabalhar com listas de casamento e chá bar. O portfólio da Doural hoje é vasto, reunindo desde os acessórios mais simples de cozinha até cobiçadas cafeteiras de expresso e panelas importadas que chegam a custar mais de 2 mil reais cada. A loja também ganhou uma versão na internet, mas a sede ainda funciona na mesma casa, que preserva a fachada do início do século passado.

Armarinhos Fernando: de faxineiro a patrão

Fernando dos Santos Esquerdo chegou ao Brasil no ano de 1954 aos 14 anos de idade, vindo de Portugal. Seu primeiro emprego foi na rua 25 de Março, como faxineiro dos Armarinhos Atanazio. Depois de 22 anos de carreira na loja, da qual chegou a se tornar gerente, decidiu abrir o próprio negócio.
No ano de 1976, montou o Armarinhos Fernando em um apartamento no número 1.003 da 25 de Março. “Era uma salinha bem pequena, deviam caber uns 10 funcionários no máximo”, lembra o filho Eduardo Esquerdo. “Aos poucos foi crescendo, até chegar aos oito prédios que temos hoje”, conta. Hoje o grupo emprega cerca de 1.500 funcionários.
Apostando desde o início na política de preços agressiva, o Armarinhos Fernando – que vende desde brinquedos até artigos de papelaria e decoração - tornou-se uma das maiores lojas da região. “A estratégia sempre foi comprar em grande quantidade e vender barato. Sempre que conseguia um desconto, meu pai repassava inteiramente para o cliente em vez de aumentar a margem. Nosso negócio sempre foi o volume”, conta Eduardo.
Hoje a gestão do grupo é compartilhada com três filhos e um sobrinho, mas aos 70 anos, Fernando ainda faz questão de estar todos os dias logo cedo na 25 de Março. “Ele gosta de abrir a loja sempre que possível”, garante o filho.

Semaan: a busca pelo diferencial

Semaan Mouawad inaugurou sua primeira loja na rua 25 de Março em 1961. O segredo do sucesso da pequena loja - um misto de charutaria, loja de miniaturas e bijuterias – era o tratamento diferenciado dado pelo dono aos clientes.
Semaan fazia questão de levá-los de volta ao hotel quando terminavam de fazer as compras no próprio carro, que ficava estacionado em frente ao estabelecimento. Em 1980, a Comercial Semaan ganhou um espaço maior e entrou no segmento que viraria seu carro chefe: os brinquedos.
Para se diferenciar dos concorrentes da região, que não são poucos, a segunda geração da Semaan decidiu investir nos itens de colecionador, atraindo assim não só os filhos, mas também os pais para dentro da loja. É possível encontrar nas prateleiras das lojas peças cobiçadas como a Barbie Dorothy, que homenageia o Mágico de Oz, ou o Camaro 69 série T-Hunt 2008, edição limitada da Hot Wheels.

Depósito de Meias São Jorge: da feira à internet

Antes de fundar o Depósito de Meias São Jorge, em 1955, os irmãos gêmeos Feiad e Salvador Dib vendiam meias em feiras livres de São Paulo. O nome da loja é uma homenagem à devoção da mãe pelo santo de mesmo nome.
A libanesa Maroum Hanna Sadek casou-se com o sírio Jorge Feiad Dib na década de 20.
Mas o marido morreu quando os meninos ainda eram pequenos e Maroum teve que sair às ruas para mascatear. Os gêmeos também começaram a trabalhar cedo e aos 23 anos inauguraram a primeira loja.
Oferecendo um variado acervo de meias, lingerie e moda fitness feminina e masculina, o Depósito de Meias São Jorge tem mais de 130 funcionários e também expandiu os negócios para a internet, com uma loja virtual.

Armarinhos Ambar: a fuga das enchentes

O libanês Georges Ambar chegou ao Brasil em 1948 e, como muitos compatriotas, trabalhava como mascate nas ruas de São Paulo. A primeira loja foi aberta em 1953, próximo ao Vale do Anhangabaú, mas as constantes enchentes que sempre castigaram a região fizeram com que a sede fosse transferida dali.
Em 1965, o Armarinhos Ambar ganhava sua sede definitiva na sua 25 de Março. “Meu pai trouxe o irmão do Líbano para ajudar a tocar o negócio e continuaram sócios até 1973, quando separaram as suas lojas”, conta Elias Âmbar, filho de Georges.
Hoje com duas lojas em funcionamento, o Armarinhos Ambar é administrado pela segunda geração da família e tem como principal produto lãs e linhas. As lojas atraem cerca de 6 mil pessoas todos os dias.





terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Museu do Prado expõe quadros de Rubens na Internet



MADRI  - As obras do pintor flamengo Peter Paul Rubens que se encontram no Museu do Prado, em Madri, estão disponíveis no site do museu desde esta segunda-feira, graças ao vídeo interativo "Rubens 360°", anunciou a instituição.
Com esta "iniciativa pioneira", o museu madrileno convida os internautas a explorar "cada um dos quadros de Rubens que estão expostos no Prado", explicou em um comunicado.
"A novidade está na possibilidade de explorar as obras expostas ao clicar sobre cada uma delas e acessar sua imagem em alta resolução, acompanhada por informações complementares em texto, áudio ou vídeo", acrescentou o museu.
Concretamente, o vídeo permite que os internautas acessem os conteúdos interativos tais como as fichas técnicas dos quadros de Rubens ou os vídeos explicativos do conservador em chefe da pintura flamenga do Prado.
Em janeiro de 2009, o Museu do Prado já havia inovado ao se aliar com o Google Earth para propor aos internautas a visualização em detalhes de 14 quadros, tais como "Las Meninas" de Velázquez, "O Jardim das Delícias" de Hieronymus Bosch, "O Três de maio" de Francisco Goya, "Ártemis" de Rembrandt ou ainda "Homem com a mão ao peito" de El Greco.

T4F é autuada pelo Procon por irregularidades na venda de ingressos para U2

Por Cris Simon

Segundo o órgão, reclamações vão desde restrição à venda de meia-entrada até discriminação entre consumidores de determinadas bandeiras de cartão de crédito

U2: Irregularidades estão relacionadas à venda de ingressos para o show do dia 9 de abril de 2011, no Estádio do Morumbi

São Paulo - O Procon-SP autuou a Time For Fun Entretenimento, empresa responsável pela venda de ingressos para os shows da banda U2 no Brasil.

Segundo a fundação, a T4F desrespeitou o Código de Defesa do Consumidor (CDC) durante a venda de ingressos para o show marcado no dia 9 de abril de 2011, no Estádio do Morumbi.
De acordo com o comunicado oficial divulgado pelo Procon nesta segunda-feira (20), a empresa deve responder processo administrativo com direito a ampla defesa, e pode ser multada ao final com base no artigo 57 da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor).
A constatação foi feita a partir de consultas registradas no órgão e reclamações de consumidores. Segundo a nota, a Time For Fun deixou de prestar um serviço adequado aos consumidores, que enfrentaram diversos problemas para adquirir ingressos, principalmente através do site.
Entre as irregularidades citadas, estão a "falta de informações corretas e claras, a discriminação entre consumidores titulares e não titulares de determinadas bandeiras de cartão de crédito e a venda de meia-entrada".
A T4F informa que “não recebeu qualquer autuação do Procon até o momento. Quando recebida, a empresa irá se manifestar/apresentar defesa nos autos do procedimento administrativo".


domingo, 19 de dezembro de 2010

Regime de engorda

Por Daniele Pechi

A Pronto Light conquistou pacientes de nutricionistas e planos de saúde. O objetivo agora é crescer em lanchonetes de academias de ginástica

Eduardo Dimand e Pedro Pandolpho, da Pronto Light

Desde o fim do ano passado, os paulistanos Eduardo Dimand, de 28 anos, e Pedro Pandolpho, de 30, têm visitado médicos, nutricionistas e professores de educação física. Eles não estão à procura de orientação para emagrecer. Nos encontros, Dimand e Pandolpho apresentam o cardápio de sua empresa, a Pronto Light. Seu negócio é vender comida congelada para quem tem de seguir dietas rigorosas, como gente que precisa perder peso ou atletas que necessitam de alimentação especial para melhorar o desempenho no esporte. "O objetivo é fazer com que os profissionais que visitamos indiquem nossa comida para pacientes ou esportistas sob seus cuidados", diz Dimand.
A ideia de criar um negócio especializado em comida congelada light surgiu depois que Dimand começou a praticar fisiculturismo. Para perder peso e ganhar massa muscular, ele precisava seguir uma dieta prescrita pelo treinador. "Achei difícil encontrar o cardápio certo para comer fora de casa e comecei a preparar minhas próprias refeições", diz ele. "Foi quando percebi que havia uma oportunidade para produzir pratos congelados para quem necessita seguir uma dieta, mas não tem tempo de cozinhar." No ano passado, Dimand convidou o amigo Pandolpho para ser seu sócio na Pronto Light.
Hoje, boa parte das vendas é feita pelo site da empresa. O faturamento neste ano deve chegar a 750 000 reais, 50% mais que em 2009. Recentemente, Dimand e Pandolpho fecharam parcerias com duas lanchonetes instaladas em academias de ginástica, que incluíram seus pratos no cardápio. "É um projeto piloto, mas já estamos sendo procurados por donos de outras lanchonetes interessados em servir
nossa comida", afirma Dimand.
Agora os sócios estão tentando descobrir como lidar com diferentes canais de venda. Vender mais pelo site exigiria investimentos para ampliar a área de entrega dos pratos, hoje restrita à Grande São Paulo. Já os negócios com as lanchonetes são menos rentáveis. Para refletir sobre as possibilidades de crescer, Exame PME ouviu Alessandro Gil, fundador da paulistana Ikeda, especializada em construir e administrar lojas virtuais, e Luciana Mankel, diretora de operações da rede de academias Curves no Brasil.
ALESSANDRO GIL IKEDA — São Paulo, SP
Administradora de lojas virtuaisReceita: 10 milhões de reais (previsão para 2010)
Promover uma reforma no site
• Perspectiva A Pronto Light está num mercado que cresceu cerca de 35% ao ano nos últimos tempos. Em 2010, o comércio eletrônico no Brasil deve movimentar 14 bilhões de reais, com compras feitas por 20 milhões de pessoas. Hoje, elas não contam com muitas opções na internet para manter uma alimentação saudável.
• Oportunidades É hora de investir na divulgação em redes sociais, blogs e sites de atividades esportivas. O público que procura essas
informações está em busca do tipo de produto que a Pronto Light vende.
• O que fazer Dimand e Pandolpho devem investir numa reforma no site. Do jeito que é hoje, um misto de propaganda institucional com loja,
é difícil aproveitar o potencial que o comércio eletrônico oferece. Ao navegar pelo site, não foi fácil encontrar os produtos. Não vi nem mesmo um botão “comprar”. Aumentar as vendas é importante para ganhar escala e diluir os investimentos em logística.

LUCIANA MANKEL CURVES — São Paulo, SPRede de academias para mulheresReceita 100 milhões de reais (Estimativa de mercado)
Fazer degustações nas academias
• Perspectiva Existem no Brasil mais de 15 500 academias de ginástica, que são frequentadas por quase 5 milhões de pessoas. Esses números colocam o país no segundo lugar do ranking mundial, atrás somente dos Estados Unidos.
• Oportunidades Boa parte dos alunos faz algum tipo de refeição após os exercícios — nem que seja um lanche. Mas, para aproveitar essa
predisposição, a Pronto Light precisa se aproximar mais dos consumidores.
• O que fazer Dimand e Pandolpho deveriam contratar promotoras para incentivar os alunos a degustar os pratos em algum espaço junto à
lanchonete. Em troca, as lanchonetes receberiam descontos ao se abastecer com produtos da Pronto Light. Se os alunos gostarem da comida, as vendas no site também devem aumentar. Embora menos rentáveis, as lanchonetes são uma porta de entrada para o site, pois é mais fácil vender um alimento para quem já os experimentou

Neve provoca adiamento de show de Lady Gaga em Paris



PARIS - O show da cantora Lady Gaga programado para este domingo à noite em Paris foi adiado porque parte dos caminhões da turnê da artista americana estão bloqueados, já que o governo proibiu o tráfego em toda região parisiense em consequência da neve.
A apresentação pode acontecer na terça-feira, mas a confirmação da data só acontecerá na segunda-feira, quando também está programada uma apresentação da cantora.
Lady Gaga já havia sido obrigada a adiar duas apresentações em Paris em outubro, mas na ocasião em consequência das greves no país.

O inimigo nº 1 do Google

Por Sérgio Teixeira Jr., de Nova York

Mídia sem tinta nem papel

Com publicações exclusivamente criadas para o iPad, Rupert Murdoch e Richard Branson buscam uma alternativa para a mídia na era digital

O australiano  Rupert Murdoch e sua esposa Wendi Deng . RUPERT Murdoch's wife, Wendi Deng

Um, o australiano, é filho de um jornalista que seguiu carreira nos negócios da imprensa e deixou para o filho uma coleção de jornais na Austrália. A ambição de Rupert Murdoch, porém, era ainda maior que a de seu pai: hoje ele é dono de um dos maiores impérios de mídia do mundo, a News Corp., cuja joia da coroa é o Wall Street Journal. O outro, o britânico, é filho de um juiz e não herdou empresa nenhuma. Mas Richard Branson também começou na imprensa com uma revista estudantil lançada na adolescência. Hoje, seu grupo Virgin é um conglomerado global que inclui operadoras celulares, emissoras de rádio, fábricas de bebidas, uma empresa de aviação e uma companhia que pretende levar gente para o espaço. Murdoch e Branson, cada um à sua maneira, devem tudo à palavra impressa. Mas, a julgar pelos anúncios das últimas semanas, ambos veem mais do que tinta ou papel no futuro.

Murdoch deve lançar no começo do próximo ano o The Daily, um jornal diário puramente digital. Isso, em si, não é a novidade: a curta história da web viu o nascimento e a morte de incontáveis sites cuja intenção era ser uma fonte de notícias e conteúdos originais. A diferença é que o novo jornal do bilionário australiano só poderá ser lido por quem tem um iPad, o computador em forma de prancheta lançado no começo do ano pela Apple. Murdoch montou uma equipe de 100 jornalistas e contratou gente de publicações de prestígio. Sua expectativa é que, nesse novo tipo de aparelho, o negócio da mídia possa resolver uma equação que até agora não tem solução: como ganhar dinheiro no mundo digital?
Conteúdo pago
A esperança é que o iPad represente um ganha-ganha. Para quem lê, um tablet traz conforto. O conteúdo pode ser apresentado de forma mais cativante. O formato do aparelho, sem a inconveniência do teclado, permite que a leitura seja parecida com a do jornal tradicional. Um aplicativo de iPad preenche toda a tela. Do ponto de vista do negócio, há menos distrações — e menos oportunidades de fuga do leitor. Isso também quer dizer mais atenção para o conteúdo publicitário, que pode ainda ser enriquecido com múltiplas fotos, vídeo e música. De acordo com essa lógica, o duplo benefício — para o consumidor e para a indústria da mídia — pode ser alcançado a um custo mais baixo, pois o produto é entregue online. Murdoch estaria investindo 30 milhões de dólares no The Daily. Além disso, no mundo iPad, os usuários estão acostumados a pagar pelo conteúdo, porque muitos dos programas são comprados online na loja da Apple. Por uma assinatura que deve custar 99 centavos de dólar por semana, e com estimativas — conservadoras — de uma base instalada de mais de 30 milhões de iPads no próximo ano, não representaria um risco grande para a News Corp., um conglomerado que fatura 33 bilhões de dólares por ano.
A digital Project Mag: o primeiro negócio do dono do grupo Virgin, que vai de empresas de aviação a telefônicas, foi uma revista

“Não faz sentido”, disse Sarah Chubb, responsável pela área digital da Condé Nast, uma das mais prestigiadas editoras americanas, num evento recente em Nova York. Para ela, a experiência de ler o noticiário num ambiente fechado como o de um aplicativo de iPad deixa de lado as interações sociais em sites como o Facebook, que hoje são importante fonte de descoberta de informações. (Os aplicativos iPad das revistas Wired e New Yorker, dois títulos da Condé Nast, têm o mesmo problema.) “Murdoch está brigando com (o espírito aberto da) a internet, e a internet continua vencendo”, escreveu Matthew Ingram, do influente blog tecnológico GigaOm.
“Não tenho a menor ideia”, disse Branson, às gargalhadas, quando questionado sobre o porquê do lançamento de sua revista de variedades, Project, no iPad, e não como um website. Cada edição da Projectcusta 2,99 dólares. Muitas revistas (entre elas EXAME) criam versões digitais. Mas a Project de Branson (disponível apenas em inglês) não existe no papel. A primeira edição, entretanto, não tem nada que a torne muito diferente das outras revistas de papel que também decidiram criar uma versão eletrônica. Um jornalista perguntou a Branson se, no fim das contas, não seria o conteúdo o item mais importante, independentemente da plataforma tecnológica em que ele é publicado. “Você tem de ter o melhor conteúdo e a melhor forma. As pessoas têm muitas escolhas hoje”, disse Branson. “E você precisa criar burburinho. As pessoas têm de dizer (umas para as outras): ‘Você precisa olhar a Project!’. Sem isso, nossa morte será rápida. Mas, se criarmos um boca a boca, vamos durar muitos e muitos anos.” O boca a boca, pelo menos, já está criado.

8 livros que todo concurseiro deveria ler

Veja as leituras obrigatórias para todo candidato a um concurso público, segundo José Wilson Granjeiro, diretor-presidente da GranCursos

Pedro Zambarda

Tudo o que você precisa saber sobre concursos jurídicos

Edilson Mougenot Bonfim apresenta seu ponto de vista como candidato, professor e especialista na área jurídica dos concursos para o setor público. É um livro específico entre os exames, abordando questões para os cargos de delegados, procuradores da república, promotores da justiça e até defensores públicos. O autor se compromete em ensinar de forma clara e direta aos seus leitores.

Autor: Edilson Mougenot Bonfim
Editora Saraiva

Concursos públicos e exames oficiais

Uma estratégia de preparação para concursos com foco na racionalidade e na estratégia para cada exame é o objetivo desse livro. A base dessa visão está na experiência do autor também como candidato e professor de curso preparatório. Os pilares que guiam o livro são o controle do raciocínio e do emocional. Monitorar  estudos é fundamental para atingir metas durante essas provas, que demandam matérias variadas.

Autor: Rogerio Neiva Pinheiro
Editora Atlas

Os sete hábitos do concurseiro

A experiência com cursinhos e exames para o funcionalismo público fazem parte desse livro. Concurseiros terão um reforço para mudar seus hábitos diante de provas exigentes como essas, no mercado de trabalho. O texto é motivacional e pretende melhorar justamente os empecilhos emocionais do candidato na hora de encarar stress e tensões nos estudos e na hora de aplicar seus conhecimentos.

Autor: Elyesley Silva
Editora Exato

Os 10 hábitos da memorização: Desenvolva uma memória de elefante

A experiência com cursinhos e exames para o funcionalismo público fazem parte desse livro. Concurseiros terão um reforço para mudar seus hábitos diante de provas exigentes como essas, no mercado de trabalho. O texto é motivacional e pretende melhorar justamente os empecilhos emocionais do candidato na hora de encarar stress e tensões nos estudos e na hora de aplicar seus conhecimentos.

Autor: Renato Alves
Editora Gente



O monge e o executivo

Misturando ficção com problemas empresariais reais, O monge e o executivo conta a história de John Daily, um homem de negócios que é obrigado a participar de um mosteiro devido a seus problemas profissionais e pessoais. Nesse ambiente, um frade fala ao executivo que a liderança é uma conquista. O livro é uma lição de como um chefe deve se comportar de maneira sadia entendendo a situação de seus subordinados.

Autor: James C. Hunter
Editora Sextante

Nunca deixe de tentar

Lições de superação, mais do que conquistas, fazem parte desse livro escrito pelo ícone do basquete norte-americano, Michael Jordan. Traduzido pelo técnico de vólei Bernardinho, a obra traz, pelo esporte, um texto motivacional para concurseiros. Exemplos de atletas, tanto nos pontos altos quanto nas depressões, são facilmente assimiláveis com nossas carreiras e trajetórias pessoais. Esse livro não é diferente.

Autor: Michael Jordan
Editora Sextante

Transformando suor em ouro

Assim como Michael Jordan, Bernardinho também tem algo a dizer sobre sucesso, especialmente envolvendo um assunto tão fácil de entender como o esporte. A tese do atual técnico de vôlei da seleção é a aplicação do esforço para obter sucesso. Aprender a se impor e obter resultados é uma lição universal, que pode ser transmitida pela experiência.

Autor: Bernardinho
Editora Sextante

A disciplina de um maratonista/Lições de vida, corrida e concurso

O livro, assinado pelo próprio João Granjeiro, é fruto de mais de 22 anos de regência – sendo que 21 desses foram dedicados para o ensino de concurseiros e 17 como servidor público. Segundo o autor, a ideia de maratona é fundamental para quem quer obter aprovação em concurso público. “A prática do esporte constitui um estilo de vida e quase uma filosofia, que pode ser aplicada por qualquer pessoa que queira alcançar o sucesso profissional”, afirma.

Autor: José Wilson Granjeiro
Editora GranCursos



Petrobras recruta 838 profissionais. Concurso

Salários chegam a R$ 6,2 mil reais; inscrições começam em 10 de janeiro

Centro de Pesquisas da Petrobras, no Rio: concurso traz 220 oportunidades de nível superior
São Paulo – A Petrobras acaba de publicar edital de concurso público para o preenchimento de  838 oportunidades. Dessas, 220 são para cargos de nível superior. Os salários chegam até 6.217,19 reais.
Há oportunidades para administradores, auditores, contadores, Há 20 oportunidades em cargos de administração, 6 para auditores e 19 para contadores.

Outras duas são destinadas a engenheiros civis, 2 para engenheiros de equipamentos nas especialidades de elétrica, 24 para eletrônica, 9 para inspeção, 34 para mecânica e 12  para terminais e dutos. Para engenheiros de petróleo são 17 oportunidades, 1 para engenheiro de meio ambiente, 8 para engenheiros de processamento, 5 para de produção, 17 para engenheiros de segurança, 4 para engenheiros naval e outras 2 para engenheiros de comunicação.

Além disso, a Petrobras também está contratando 3 profissionais da área de geofísico-física, 14 de  (3), geofísico-geologia, 11 geólogos, 4 médicos e 2 enfermeiros do trabalho, além de  dois químicos de petróleo, 1 jornalista e 1 publicitário.

As oportunidades estão divididas em 19 estados. As inscrições devem ser feitas de 10 a 27 de janeiro pelo site do Cesgranrio. O custo para profissionais com nível superior é de 45 reais. As provas objetivas acontecem em 27 de fevereiro.

Orkut ganha Milmo


A Mentez apresenta aos jogadores brasileiros o MilMo, primeiro social game 3D do Orkut, desenvolvido pela Junebud, empresa sueca, líder em desenvolvimento de social games. O novo jogo é um MMO (Massively Multiplayer Online) em que o jogador pode customizar seu avatar com infinitas combinações de roupas, armaduras, cortes de cabelo e acessórios, como de Al Capone ou em estilo rocker ou emo, por exemplo, além de diferentes armas, desde espadas estilo Excalibur a frigideiras e lápis gigantes.
MilMo é um social game de ação e aventura com diferentes missões. Para explorá-lo, o jogador deve passear por cenários de incríveis ilhas em 3D, em busca de insígnias escondidas, superando obstáculos e decifrando enigmas. Ao descobrir segredos e cumprir missões, o jogador ganha armas poderosas e outros acessórios.
Como um MMO, o MilMo permite que diferentes jogadores se encontrem no jogo, em ambiente virtual, interajam e se ajudem entre si. O jogador pode simplesmente ficar relaxando e interagindo com outros jogadores em uma ilha ou embarcar em aventuras e lutas épicas contra monstros e chefões.
O usuário pode jogar MilMo pelo Orkut ou pelo seu Portal. Nessa primeira fase, o acesso é exclusivo aos 10 mil primeiros cadastrados, que podem convidar mais três amigos, cada um. Em breve, o jogo também estará disponível no Facebook.

“Esta é a primeira vez que a Mentez traz ao Brasil um jogo 3D para o Orkut e estamos muito animados com a oportunidade”, disse o CEO da Mentez, Juan Franco. “Quando nós conhecemos o MilMo, imediatamente vimos seu potencial. É o primeiro jogo do Orkut com alta qualidade, gráficos de videogame, combate em tempo real e missões inovadoras”.
“Nós estamos orgulhosos e felizes de trabalhar com a Mentez e trazer o MilMo para os jogadores brasileiros”, disse Ola Holmdahl, CEO da Junebud AB. “Assim que percebemos que MilMo estava ganhando popularidade no Brasil, nós começamos procurar um parceiro para a distribuição do jogo e, sem dúvida, a Mentez é a líder do mercado de games na região. Com seu histórico de forte monetização, seus recursos de marketing e sua grande e ativa rede de jogadores, a Mentez é a parceira perfeita para trazer MilMo para seus fãs latinoamericanos”.

As 7 redes sociais que você deve conhecer



Sim, há vida social na internet além de Facebook, Twitter e Orkut. O Adnews vasculhou os irmãos “isolados” menos famosos mundo afora e traz a você uma seleção de sete redes sociais que fazem sucesso em terras estrangeiras,  e que prometem reunir multidões nos próximos anos ou atendem propostas específicas. Fique atento, daqui a pouco tempo você pode ter um perfil em algum desses sites!

V Kontakte. Não, o nome do site não foi escrito errado. O V Kontakte é a rede social de maior sucesso nos países de língua eslava, como a Rússia e Ucrânia. Reúne já mais de 100 milhões de usuários, apesar de ter recebido duras críticas de apresentar muitas semelhanças com o Facebook. Permite o compartilhamento de músicas, dada uma bem sucedida integração com o serviço Pandora, e até mesmo trocas de presentes virtuais.

Colnect. O Clube Comunitário de Colecionadores contem catálogos digitais de artigos colecionáveis. Permite a administração de itens, postos para venda ou troca, além de busca, entre seus usuários. O catálogo Colnect de cartões telefônicos é o maior do mundo.

Live Mocha. Rede social onde os usuários podem aprender línguas através de lições audiovisuais, além de dicas e comentários enviados por outros usuários. A maioria dos cursos é gratuito, mas existem opções pagas para alguns cursos, nas quais o usuário conta com recursos adicionais, como tutores oficiais, possibilidade de download de arquivos e textos que explicam a gramática da língua estudada.

Scoopeo. Esse site francês tem por objetivo o compartilhamento de notícias, onde os internautas são os responsáveis por reunir as últimas novidades. No Scoopeo as notícias podem ser discutidas por texto, áudio e até mesmo vídeo, obedecendo também a um ranking geral.

Qwiki. Uma das mais novas ferramentas de informação da internet, tem uma idéia bastante interessante. É um Wikipedia avançado, que não faz uso apenas de textos e imagens. O serviço utiliza áudio e legenda para explicar os conceitos tratados, e também vídeos, imagens e interatividade (mapas e objetos que reagem com o mouse) para informar o visitante.

Xing. Disponível em todos os principais idiomas, o Xing é uma das principais redes digitais de negócios. Conta com mais de 10 milhões de usuários e disponibiliza gratuitamente utilitários de trabalho, como cadastro de contatos profissionais e agendas.


Tagged. Rede social criada em 2004, aproxima pessoas que compartilhem de estilos e opiniões. Conta ainda com o modesto número de 20 milhões de cadastrados. O Tagged faz mais sucesso entre os americanos, apesar de já contar com uma participação significativa de brasileiros. Já sofreu acusações por utilizar sua base de contatos para envio de spam, além de estar pouco preparado para a identificação de material de pedofilia.

Por André Cordeiro