domingo, 17 de abril de 2011

Senador tem habilitação apreendida em blitz no Rio


Carteira de habilitação do senador estava vencida

Senador por Minas Gerais, Aécio Neves teve a CNH apreendida no Rio na madrugada deste sábado
São Paulo - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) teve sua carteira de habilitação apreendida na madrugada deste domingo, durante uma blitz da Lei Seca, no Leblon, no Rio de Janeiro.

Segundo informações da assessoria de imprensa de Aécio, a blitz ocorreu a cerca de três quarteirões de seu apartamento, quando o senador voltava para casa após visitar amigos. Ao ser parado, foi reconhecido pelos policiais, segundo a assessoria.

A carteira de habilitação de Aécio, que estava vencida, foi apreendida e o veículo foi levado por um taxista até sua residência, sob orientação policial. O senador foi multado por dirigir com CNH vencida.

sábado, 16 de abril de 2011

Perfume mais vendido no Brasil é o J’Adore da Dior.

Por Sylvia de Sá

Dior: por três anos consecutivos, fragrância J’Adore é a mais comercializada no Brasil

Rio de Janeiro - A LVMH comemora os resultados da Dior no Brasil. Segundo um levantamento da Segmenta, empresa que audita o mercado de perfumaria, a marca francesa atingiu a liderança em vendas em 2010, nos setores de perfumes, cosméticos e tratamento. Por três anos consecutivos, a fragrância feminina J’Adore é a mais comercializada no país.
No último ano, o principal investimento da Dior foram os espaços de beleza personalizados dentro de pontos de venda, em capitais como São Paulo, Brasília, Natal e Salvador.
Para 2011, serão lançadas ações com foco no estado de São Paulo e em Fortaleza. Nos espaços personalizados, a marca conta com consultoras treinadas para atender e informar sobre os produtos. Ainda este ano, a Dior também aposta em uma equipe de maquiadores, esteticistas e especialistas em fragrância para apresentar os lançamentos de linhas como Miss Dior Cherie e Addict.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Parabéns Marcos Benevides



Primo, agora você é um verdadeiro filho de Frei Luca Pacioli. Então, desejo que as suas iniciativas prosperem e se realizem da melhor maneira possível, que você tenha sempre disposição para lutar por seus objetivos, garra para novas conquistas e, assim como o Apóstolo Paulo, mantenha a fé e combata o bom combate. Parabéns Pela formatura em Ciências Contábeis. Dr Canindé de Freitas 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O que consome a geração Y e Z


Agências com foco no público jovem mostram quem são, do que gostam e como se comportam os clientes na faixa dos 14 aos 18 anos


Batizada de geração Z ou pós-Y (referências à geração Y, hoje na casa dos 20 e poucos anos), essa turma tem sido levada cada vez mais a sério pelos profissionais de marketing. “São jovens com melhor acesso a ferramentas de poder, como o estudo, mas que não vão à faculdade só pelo status. Eles buscam liberdade para decidir o futuro”, diz Laura Kroeff, da agência Box1824. “Na classe C, 68% estudaram mais que seus pais”, emenda Renato Meirelles, da Data Popular. Exigentes, informados e céticos, os adultos de amanhã não serão facilmente convencidos. “Para conquistar sua confiança, as empresas terão de ser transparentes e alinhadas aos seus valores”, avalia Marcos Calliari, da Agência Namosca. Veja abaixo seis lições para entender e falar a língua da geração Z. 

IMEDIATISTAS E FOCADOS > Sonho de consumo? Esqueça. “É uma geração imediatista, que sonha pouco e alcança objetivos com facilidade”, diz Calliari. A palavra de ordem é meta – atingida cedo com a ajuda do acesso fácil ao crédito. Faz diferença até para os mais ricos, que podem começar a vida sem o apoio dos pais. 

TUDO AO MESMO TEMPO, AGORA > O atual conceito de realização pessoal, focado na profissão, será coisa do passado. “Dará lugar à figura do sujeito que domina sua vida e seu tempo. Que trabalha no que gosta e quer fazer do hobby fonte de renda”, diz Laura. “Será a era dos médicos/DJs ou dos advogados/cervejeiros.” 

MAIS QUE GLOBALIZADOS > Essa geração é globalista, pois vive o conceito plenamente e constrói relações pautadas na ausência de fronteiras. Os outros países não são meros destinos turísticos. “Eles viajam para se qualificar, ampliar conhecimentos e trocar valores”, avalia Meirelles. 

EXIGENTES NA HORA DE COMPRAR > O consumo consciente será uma preocupação crescente nas classes mais altas — e a forma como as marcas lidam com justiça social e respeito ao ambiente pesarão na decisão de compra. Nas classes emergentes, a lua de mel com o recém-adquirido poder de consumo persistirá. 

DONOS DO PRÓPRIO NARIZ > O empreendedorismo está na veia deles. “Os mais jovens se recusam a fazer dinheiro para os outros e, pelo acesso à informação, se sentem preparados bem mais cedo”, explica Laura. Criativos, serão experts em identificar novas oportunidades, carreiras e nichos de negócios inéditos. 

EU SOU O QUE EU VISTO > No quesito moda, quanto mais alto o poder aquisitivo, maior a busca por diferenciação. Nos grupos de menor renda, o importante é a inclusão social. “Esse jovem quer se vestir de forma a não ser analisado de cima para baixo. Ele quer se sentir igual aos outros”, diz Meirelles. 

e-commerce brasileiro começa a ser relevante para vestuário


Com uma participação histórica muito pouco expressiva nas vendas totais do comércio eletrônico brasileiro, as roupas finalmente estão conquistando seu lugar na cesta virtual do internauta tupiniquim.

A categoria que, quatro anos atrás, era apenas a 26ª colocada entre as mais vendidas do setor, neste ano alcançou um impressionante 6º lugar no ranking elaborado pela consultoria e-bit, respondendo por 5% do total de pedidos feitos pela internet.  

O salto indica que o brasileiro finalmente está deixando de lado a desconfiança e se aventurando em uma área que, em países onde comércio eletrônico é mais maduro, já é bastante explorada. Nos Estados Unidos, por exemplo, a moda está entre as categorias líderes de venda há muitos anos.

Uma das razões por trás deste fenômeno é o aumento da disponibilidade de lojas virtuais especializadas no segmento. Ao contrário de outros países, onde os grandes players do e-commerce, como Amazon.com e companhia, atuam na linha, os grandes varejos online brasileiros nunca investiram pesado na venda roupas.

"Crescendo a taxas de 30% a 40% ao ano, os grandes não tiveram tempo de olhar para o lado", justifica Gerson Rolim, consultor da camara-e.net. Mas esta não é a única barreira que impediu o crescimento do segmento.

Um desafio que se apresenta aos pequenos e médios empresários interessados em levar seu negócio para a internet é a falta de organização do estoque e investimento em sistemas que permitam um controle mais eficiente da operação.

"Muitos lojistas nem sabem ao certo o que têm no estoque. Esta informalidade dificulta muito a criação de uma operação online", opina Ricardo Ikeda, que desenvolveu soluções de e-commerce para grandes empresas, como Etna, Nike e Panasonic.

A falta de padronização das roupas brasileiras é outro obstáculo para quem atua no setor. Diferentemente de países como os Estados Unidos, onde a numeração respeita padrões bastante rígidos, no Brasil, um 38 nem sempre é um 38. "As pessoas ficam receosas porque não sabem se a roupa vai servir", explica Rolim.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Startups: Sangue empreendedor

Idéia e Startups: http://maieuticaventures.com/

A partir do momento que você decide abrir uma startup, o conhecimento técnico deixa de ser algo importante e passa a ser um pré-requisito e você não pode ser nada menos do que uma autoridade no assunto.
Quando você chega ao ponto de abrir uma startup, não existe meio termo, ou você da resultado ou quebra a cara e fica de fora do jogo. Não é como provinha de faculdade que bastava ficar acima da média para passar. Se você não tirar dez, você não só vai repetir, como voltará a ser empregado.
O que não falta é empresa no mercado fazendo o que você ainda quer começar a fazer. E não fique feliz pensando “Ah, eu sou diferente pois ainda não existem players no meu segmento!”. Ainda. Porque se o seu segmento for interessante, nos meses seguintes ao lançamento nascerão pelo menos dez. Acredite, será muito pior do que você imagina, um deles vai chegar com investimento pesado, outro vai derrubar o preço do mercado tendo muito mais recursos que você, outro vai dar o seu produto de graça, enfim. Para ser e se manter competitivo não basta trabalhar para ser bom, você tem que ser o melhor.
Seja qual for o seu meio de aprendizado, use-o diariamente para o seu aperfeiçoamento. Não acredite nas formalidades da sociedade, acredite no que lhe trás resultado aplicável no mundo real. Um curso universitário hoje em dia, raramente lhe agrega conhecimento para utilização na prática. A maior parte das vezes, se não todas, é uma grande perda de tempo. Faça uma faculdade porque você quer e gosta, mas não confie nele o seu principal aprendizado. Aprenda de outras formas, de preferência sozinho e na prática.
O conhecimento técnico é fundamental para a abertura de uma empresa. Normalmente este conhecimento que você deve ter é sobre o serviço ou produto que você esta criando, por exemplo software. Ou, algum conhecimento que auxiliará o desenvolvimento deste negócio, como por exemplo vendas ou marketing. Neste último caso, é altamente recomendado que você tenha um sócio que detenha este conhecimento. É quase uma obrigação que o conhecimento principal do negócio esteja entre os acionistas.
Não queira se meter em uma área que você não domina. No começo da internet, fui com a cara e a coragem no maior sebo da américa latina. Bati o maior papo com o dono, vendendo que eu poderia colocar todos os seus livros catalogados na internet e que com o comércio eletrônico ele iria vender como jamais sonhou. O dono, depois de me escutar pacientemente durante vários minutos, sorriu e disse:
- Meu insumo vem do próprio cliente, nem sempre eu posso vender sem comprar. Se eu fizer como você falou, em poucos meses estarei morto.
Como se não bastasse a lição, continuou:
- Além disso, a Amazon já veio aqui me contando a mesma estória umas três vezes e todas elas eu disse não.
Eu não entendia nada de livros, muito menos de sebos. Aprendi a lição cedo.
Obviamente que você não pode ser o melhor em tudo e nem ter todos os conhecimentos, por isso entra o balanceamento com sócios. É difícil lembrar de Steve Jobs sem lembrar de Steve Wozniak, ou Bill Gates e não lembrar de Steve Ballmer. São sociedades muito bem equilibradas, cada qual com sua especialidade técnica, é fundamental ter um, principalmente se for a sua primeira startup. O restante contrata-se/terceiriza-se.
É importante também ter um conhecimento básico sobre temas que você vivenciará diaramente, muitos estão citados no mapa mental, estou falando de finanças, rh, gerenciamento, contabilidade, direito, vendas, marketing, etc.
Isso tudo é pré-requisito e se você se empenhar, pode deter o conhecimento e ser o melhor, mas muitos dizem que para ser empreendedor tem que estar no sangue. Esse termo refere-se ao seu posicionamento e atitude perante a vida.
Além de querer suceder como empreendedor mais do que tudo no mundo, você precisa estar provando todos os dias porque você merece mais do que ninguém chegar lá. Você precisa ler todos os livros, revistas, jornais, blogs, twitters. Ir a todos os eventos/palestras. Estar muito bem relacionado e conhecer todo mundo do segmento. Escrever um blog/Fazer um podcast/Videocast. Trabalhar três/quatro turnos todos os dias. Abdicar de vida social. Ter foco. etc.
Isso é ter sangue empreendedor, é posicionamento e atitude focada em ser o melhor, em cada minuto da sua vida. Ninguém vai te ensinar a ser assim, ou você é, ou talvez não seja empreendedor.
Por Marcelo Toledo

Brasil Produzirá iPad


A Foxconn, que deverá fabricar o iPad no Brasil, já teria despachado, da China, os componentes para iniciar a montagem do tablet no país


O iPad 2 está esgotado em vários dos países onde já começou a ser vendido
São Paulo — A tão comentada fábrica da Apple no Brasil parece estar cada dia mais próxima de virar realidade. Segundo o jornal Folha de S. Paulo noticiou no último sábado, dia 9, contêineres contendo componentes para a fabricação do iPad já deixaram a Ásia em direção ao Brasil. A viagem deve durar cerca de dois meses, período necessário para que o governo oficialize as políticas de incentivo à Foxconn, que fabrica o iPad na China e deverá produzi-lo também no Brasil.
Inicialmente, caso os tablets sejam classificados como computadores, como planeja o ministro das comunicações, Paulo Bernardo, eles contariam com redução de 9,25% referente ao PIS e ao Cofins. Além disso, outros incentivos estaduais podem ser ofertados para atrair a fábrica.Inicialmente, os iPads seriam fabricados na cidade de Jundiaí, na fábrica da Foxconn, que já produz produtos para a Sony e HP.
No fim de março, o secretário de desenvolvimento econômico da cidade, Ari Castro Nunes Filho, chegou a afirmar que a empresa teria encomendado estudos sobre a instalação da linha para fabricar produtos da Apple. Por outro lado, Izabel Lorenzetti, prefeita de Lençóis Paulista, chegou a declarar que a cidade também estaria sendo considerada para a instalação da fábrica de produtos Apple.
Um estudo da Apple teria apontado que existe, no Brasil, demanda de cerca de 5.000 iPads por mês, um volume relativamente pequeno. Combinados os incentivos fiscais e a redução nos custos com logística, a expectativa é que o preço do produto caia em até 40% com a fabricação no Brasil. A Apple não se pronuncia sobre o assunto.

quarta-feira, 16 de março de 2011

11 dúvidas sobre incubadoras




O que faz uma incubadora, quais empresas devem procurá-las e como elas ajudam o empreendedorismo são algumas das principais perguntas feitas pelos empreendedores. O portal Santander Empreendedor reuniu as principais dúvidas que devem ser tiradas sobre o assunto. Confira abaixo:

 - O que faz uma incubadora?

Preparam empresas que nascem e estão fragilizadas, portanto, precisam receber ajuda na medida certa para se fortificarem a saírem para o mercado depois para sobreviverem sozinhas.

Uma incubadora é o ambiente mais adequado para o surgimento de empresas saudáveis. Os empreendedores não têm todas as informações adequadas quando começam, e esse é um dos motivos que resulta na alta taxa de fracasso de empresas no seu primeiro ano. A incubadora dá o suporte adequado, até mesmo oferecendo um espaço físico a um custo menor para a empresa, além de uma série de serviços de acompanhamento, treinamento e capacitação. Há assessoria de marketing, jurídica, de registro de propriedade intelectual, atendimento ao cliente, entre outras áreas.

- Quais as empresas que devem procurar incubadoras?

As incubadoras de base tecnológica procuram apenas empresas que atendem a esse mercado. Já as mistas procuram vários tipos de empresas. O importante é que a empresa incubada tem que agregar um diferencial ao mercado com seu produto. Somente o empreendimento inovador é selecionado por uma incubadora. Dependendo do setor que a incubadora atua, consultores específicos selecionam as empresas a serem incubadas.

No caso da empresa de base tecnológica, por exemplo, não basta apenas estar envolvido com tecnologia de ponta mas agregar valor fazendo algo diferente do que o mercado já tem.

São estes os itens mais importantes para ser selecionado por uma incubadora:

* Mostrar que o seu produto ou serviço é viável economicamente

* Provar que há demanda no mercado para o produto

* Apresentar um grau de inovação

* Ter pessoas à frente do negócio com espírito empreendedor

* Para empresas de base tecnológica, ter uma boa interação com uma universidade

Outras incubadoras levam em conta ainda mais fatores para selecionar uma empresa, como o potencial de geração de emprego e a atuação social que a empresa terá.

- O que é preciso ter antes de procurar uma incubadora?

Não é preciso ter tudo pronto para procurar uma incubadora. Na verdade, é na incubadora que o empreendedor receberá orientação para montar a sua empresa. Ao ter o primeiro contato com uma incubadora, participando de um seminário, por exemplo; o empreendedor já está aprendendo e apresentando-se à incubadora.

- O que se pode dizer da distribuição regional das incubadoras no Brasil?

As regiões Sul e Sudeste têm um número maior pois foram nelas que se iniciaram as primeiras incubadoras brasileiras. A região Sudeste, especificamente, é privilegiada pela alta quantidade de grandes empresas que já possui. Já na região Sul, os investimentos do governo e da Prefeitura de Porto Alegres foram essenciais para o destaque local. Nas outras regiões, as incubadoras chegaram mais tarde. Uma das primeiras incubadoras brasileiras está no Distrito Federal, mesmo assim, a região Centro Oeste não é das que mais têm incubadoras. A região Nordeste, por sua vez, vê aumentar o seu número de incubadoras pois entrou tardiamente no mercado e o governo acaba de despertar para a necessidade de investir em empreendedorismo. Assim, as regiões que não tinham incubadoras antes, agora estão crescendo muito, inclusive por conta de estímulos maiores do que nas outras regiões.

- De acordo com as pesquisas da Anprotec, as incubadoras praticamente dobraram desde 1998. A que se pode atribuir esse crescimento?

O crescimento é devido ao apoio que o Sebrae passou a dar às incubadoras. O Sebrae já era um parceiro tradicional das incubadoras mas, a partir de 1998, começou a ter editais específicos para apoiar novas incubadoras. Este incentivo para a criação de incubadoras fez com o que o número passasse a ser bem maior.

- Existem 283 incubadoras em operação no Brasil de acordo com a pesquisa da Anprotec. O que se pode dizer desse número?

È um número expressivo, mas há ainda uma necessidade de mais incubadoras e um maior envolvimento do setor público através de incentivos. Somente com maior envolvimento da comunidade, do governo e do setor privado, será possível ampliar esse número.

Outro aspecto importante é a necessidade de se aumentar o número de empresas atendidas por incubadora. Atualmente, a média está em dez empresas por incubadora, com a ajuda do governo, podemos ampliar esse número.

- Qual a importância do vínculo das incubadoras com instituições como universidades?

Uma das principais características das incubadoras é promover a integração universidade-empresa e criar um mecanismo de transferência de tecnologia para a sociedade. Atualmente, a pesquisa científica é gerada nas universidades e, quando vai para o mercado, se torna inovação. Esta ponte universidade-empresa é muito importante para que as inovações se tornem produtos, acessíveis a toda a sociedade.

A maioria das universidades tem suas próprias incubadoras. A universidade pode, inclusive, descobrir novos espaços de atuação com as empresas incubadas. Fazer com que os alunos empreendam seus próprios negócios e conheçam o mercado é outro objetivo das incubadoras universitárias.

- Como as incubadoras atuam no incentivo ao empreendedorismo?

Uma das principais tarefas da incubadora é desenvolver habilidades empreendedoras. Para isso, promove palestras, cursos e atividades interativas. Outras, como as incubadoras universitárias, vão ainda além, com programas específicos de disseminação da cultura empreendedora dentro do curso universitário.

É comum encontrar a disciplina de empreendedorismo nas faculdades. Os alunos aprendem o que é empreendedorismo e já saem com um plano de negócios ao final do semestre. Este plano de negócios pode virar um empreendimento incubado dentro da universidade. As IES trabalham ainda com atividades voltadas para a comunidade local, como palestras com empresários locais sobre empreendedorismo e gestão de micro e pequenas empresas. A incubadora faz prospecção o tempo todo de novos empreendedores e mantém contato com escolas técnicas, autônomos e outros locais de potenciais empreendedores.

- O que são empresas graduadas?

São as empresas que passaram pelo processo de incubação e já estão sozinhas no mercado. Uma empresa incubada pode voltar a ter um relacionamento com a incubadora caso queira lançar uma nova linha ou uma subsidiária que precise ser incubada. Há também o processo de pós-incubação, o acompanhamento das empresas que saíram das incubadoras mas querem continuar mantendo vínculo e aprendendo sobre empreendedorismo.

- O que são parques tecnológicos e qual o panorama específico no Brasil?

Apesar do movimento de incubadoras ter começado com parques tecnológicos no Brasil, o número de parques ainda é pequeno. Os parques têm outra função, podem até abrigar uma incubadora, mas não servem ao mesmo propósito. O objetivo é abrigar empresas de médio e grande porte que atuem em tecnologia e vincular o desenvolvimento urbano, as instituições de pesquisa e as universidades a estas empresas. Os parques não oferecem consultoria ou acompanhamento, mas uma série de serviços de outros níveis. São um espaço privilegiado, um ambiente de inovação de empresas que irão trocar conhecimentos entre si.

- Como está a criação de postos de trabalho nas empresas incubadas?

A geração de emprego é bastante significativa. O mais importante, no entanto, é que são empregos de alto nível, ou seja, de profissionais com escolaridade bem acima da média, graduados ou pós-graduados. A maioria dos empregos criada por empresas incubadas é, portanto, de empregos qualificados.

quinta-feira, 10 de março de 2011

IMPORT FRANCE - CARAÚBAS: Mais jovem bilionário do mundo

IMPORT FRANCE - CARAÚBAS: Mais jovem bilionário do mundo: "Dustin Moskovitz, que é apenas oito dias mais novo do que o ex-colega de faculdade Mark Zuckerberg, aparece na lista da Forbes com fortuna ..."

Eike se diz orgulhoso de representar o Brasil na Forbes


Em seu Twitter, o empresário comentou sua posição no ranking divulgado hoje

O empresário Eike Batista: fortuna estimada em 30 bilhões de dólares
São Paulo -  Eike Batista está orgulhoso por representar o Brasil na lista da Forbes. Pelo menos foi isso que o empresário – e 8ª pessoa mais rica do mundo - disse em seu Twitter, na noite de hoje (9/3), após a publicação divulgar sua famosa lista de bilionários.
“Orgulho de representar o País novamente na lista da Forbes. E o Brasil que investe, gera empregos e nos prepara para o futuro”, disse Eike, em sua conta no Twitter. 

Com uma fortuna estimada em 30 bilhões de dólares, o empresário manteve a 8 ª posição, conquistada no ranking de 2010. No ano passado, a fortuna de Eike era de 27 bilhões de dólares. Ele continua sendo a pessoa mais rica do Brasil. 

terça-feira, 8 de março de 2011

7 mulheres que fazem sucesso no mundo dos negócios


Fundadoras ou herdeiras, empresárias comandam suas próprias companhias em diversos setores

Gisela Mac Laren evitou que o estaleiro da família afundasse
São Paulo - Gisela Mac Laren ingressou no estaleiro da família, batizado com seu sobrenome, em 1983, quando tinha 15 anos – e sonhava em ser cantora. Sua primeira função foi a de escriturária. Para surpresa e preocupação de seu pai, Arthur Mac Laren, que comandava a empresa, Gisela gostou da experiência e decidiu se engajar nos negócios. Em 1989, abandonou o curso de Economia nos Estados Unidos para ajudar o pai a tirar o estaleiro da concordata.
Não poderia haver uma estreia mais dura para sua trajetória de empresária. Durante os dez anos em que trabalhou como diretora do estaleiro para reverter a concordata, Gisela aprendeu a falar firme e a negociar pesado em um setor repleto de homens e de preconceitos. Em 2000, quando seu pai se aposentou, Gisela assumiu a presidência. Hoje, sua empresa, sediada em Niterói (RJ), disputa contratos bilionários, como a construção de plataformas para a Petrobras.


Maha Al-Ghunaim, uma das mulheres mais poderosas do Oriente Médio
Maha Al-Ghunaim pertence a uma tradicional família de comerciantes do Kwait e é considerada pela revista Forbes como uma das mulheres mais poderosas do Oriente Médio. Em 1998, ela fundou o banco de investimentos Gulf Investment House (GIH) com um capital de menos de 50 milhões de dólares. Em 2000, a banqueira abriu o capital da GIH na Bolsa de Londres. Em 2009 (últimos dados disponíveis), o banco já administrava uma carteira de 6 bilhões de dólares.

Como todo banco, o de Maha Al-Ghunaim também não escapou ileso à turbulência mundial que sacudiu o mundo a partir da quebra do Lehman Brothers, em 2008. A empresa acumulou prejuízos e precisou renegociar suas dívidas. Em 2009, as perdas recuaram 42% sobre o ano anterior. Os dois principais setores em que o GHI investe são o mercado imobiliário (26% da carteira) e o setor financeiro (24%).


Chieko Aoki conquista espaço no setor hoteleiro
Chieko Aoki iniciou sua carreira no setor hoteleiro em 1982, quando foi contratada como diretora de marketing da rede Caesar Park Hotels. Tempos depois, foi promovida a presidente da empresa. Chieko fundou sua própria companhia em 1992, a Caesar Towers, mas a projeção viria mesmo a partir de 1997, quando a empresa mudou de nome e foi criada a bandeira Blue Tree Hotels – hoje, uma das principais do mercado brasileiro.
Japonesa naturalizada brasileira, Chieko é formada em Direito pela Universidade de São Paulo, e possui cursos de Administração na Universidade de Sofia, em Tóquio, e de Administração Hoteleira nos Estados Unidos. Atualmente, seu grupo é composto por 25 hotéis que totalizam cerca de 4.000 apartamentos. A rede, porém, já foi maior: em seu auge, em 2005, contava com 6.111 apartamentos em 28 hotéis.


Mary Kay Ash e a empresa dos sonhos das mulheres
A americana Mary Kay Ash se aposentou em 1963, após 25 anos de trabalho em empresas de venda direta. Com base em sua experiência, decidiu escrever um livro que ajudasse as mulheres a enfrentar o mundo dos negócios, totalmente dominado pelos homens naquela época. Durante as pesquisas, fez uma lista de tudo o que as empresas em que havia trabalhado tinham de melhor. Em outra, anotou o que poderia ser aprimorado.
Ela percebeu, então, que havia feito um plano de negócios para uma empresa onde as mulheres poderiam ser tão competitivas e ter tantas chances de ascensão quanto os homens. Apostando todas as suas economias – cerca de 5.000 dólares – e com a ajuda do filho, Richard Rogers, então com 20 anos, ela fundou a Mary Kay, que se transformou numa das maiores empresas de cosméticos do mundo. Sua marca está presente em 35 países, e conta com 2 milhões de consultores para venda direta.


Luiza dá projeção nacional ao magazine da família

Desde os 12 anos, Luiza Helena Trajano trabalhava como balconista na loja de eletrodomésticos fundada por sua tia, Luiza Trajano Donato, nos anos 50. O contato com o público fez com que ela desenvolvesse seu tino comercial, e, aos 18 anos, passou a trabalhar integralmente na loja. Ao mesmo tempo, cursava as faculdades de Direito e Administração de Empresas.
O empenho fez com que sua tia escolhesse Luiza como sucessora na direção dos negócios. Assim, em 1991, ela assumiu a frente do Magazine Luiza, então uma das maiores redes de varejo do interior paulista, com sede em Franca. Sob seu comando, o Magazine ganhou um lugar de destaque no setor, mas viu seus rivais se distanciarem com a consolidação do setor. Recentemente, o Magazine iniciou seu processo de abertura de capital. Com os recursos, a empresa espera reforçar sua estratégia de atingir um faturamento de 15 bilhões de reais até 2015 – ante os 4,8 bilhões faturados em 2010.


Zhang Xin, a chinesa que abriu caminho no mercado imobiliário
Zhang Xin fundou e dirige a Soho China, uma das maiores incorporadoras de imóveis da China. Com uma fortuna avaliada em 2 bilhões de dólares pela revista americana Forbes, Zhang Xin concluiu seu mestrado em Economia na Universidade de Cambridge, em 1992.
Depois, ela iniciou sua carreira como executiva em multinacionais como o banco de investimentos Goldman Sachs e o Travelers Group. No ano passado, já à frente da Soho China, Zhang Xin liderou a maior aquisição de terrenos de Pequim realizada por uma empresa não-estatal. No total, sua companhia adquiriu 12 hectares da cidade por 586 milhões de dólares.



Amalia Sina disputa espaço no setor de cosméticos



Amalia Sina tornou-se conhecida no mundo dos negócios por comandar a Walita nos anos 90. Em 2007, porém, partiu para seu projeto-solo: a Sina Cosméticos. Sua meta é ambiciosa: tornar-se tão grande quanto a Natura, a líder do setor no Brasil.
Com uma linha de mais de 100 produtos, Amalia foca no segmento premium, e promoveu o lançamento de sua marca primeiro no exterior. O plano inicial era consolidá-la no mercado externo, antes de trazê-la ao Brasil, mas a crise mundial atrapalhou a estratégia. A Sina Cosméticos investiu, então, no mercado interno, por meio de parcerias com distribuidores locais, como redes de farmácias e varejistas em geral


Cientistas criam material forte como aço e moldável como plástico


Além da versatilidade do novo produto, sua fabricação é tão barata quanto a do plástico

Material tem a aparência de metal, mas possui a facilidade de modelagem do plástico
São Paulo – Cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, desenvolveram um material que pode ser equiparado à descoberta do plástico sintético no século XX. Com a mesma aparência, força e durabilidade do aço, esse novo metal pode ser moldado em formas complexas de maneira simples e barata, como nos processos feitos com o plástico. Segundo o site Gizmag, os pesquisadores já criaram garrafas, caixas e até implantes biomédicos com resistência de até duas vezes a do aço comum, mas também a capacidade de serem moldados em menos de um minuto.
Esse resultado foi possível por meio do desenvolvimento de uma liga de metais amorfos, como zircônio, titânio, níquel e cobre, que não possuem uma estrutura cristalina como a de metais comuns. Com átomos dispostos aleatoriamente e baixa taxa crítica de resfriamento, a liga pode ser moldada pelo sopro assim como o plástico, substituindo o processo tradicional de modelagem de metal, que possui três fases (elaboração, fundição e acabamento).
O preço é outra grande vantagem do material. Mesmo sendo feito com metais considerados caros, sua produção se torna muito barata pela facilidade de manipulação em baixas temperaturas e baixas pressões. A equipe da universidade de Yale faz a modelagem do novo metal no vácuo ou em líquido, para evitar o atrito comum a esses processos e garantir que tudo seja feito com precisão. Até agora, já foram fabricados vários tipos de objetos com a nova técnica, inclusive componentes eletrônicos, mas, para os criadores do material, isso é só o começo do que pode ser uma nova era do metal.