quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Four Style é nova opção de franquia


São Paulo - A marca de roupas de ginástica aposta nos eventos esportivos que o Brasil deve receber em 2014 e 2016 para começar o seu plano de expansão. Criada em 2007, a empresa possui uma unidade própria na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
A meta é chegar a 10 lojas em seis meses. Cada unidade têm, em média, 35m². A loja comercializa bolsas, faixa de cabelo, garrafinhas, tops, bermudas, vestidos, macacões, blusas, body, calças, casacos, maios, regatas, sunguetes e sungas.
Investimento inicial: a partir de R$ 210 mil 
Prazo para retorno do capital: de 24 a 30 meses

terça-feira, 16 de novembro de 2010

“Glee” versão mirim é a coisa mais fofa!

Confesso gente, eu adoro essa serie e agora mais ainda =D
Olha só isso gente, que coisa mais cuti-cuti!
Os “gleezinhos”…
E os “gleezões”…
No episódio de “Glee”, que vai ao ar hoje terça-feira, o professor Will vai ter uma alucinação e ver os alunos dele como se fossem crianças.
Isso não é a coisa mais adorable, you guys?
Difícil dizer qual deles é o mais fofo. Mas esse aqui embaixo tem grandes chances…
japonesinho-mais-cuti-cuti-tchu-tchu-tchu!!!
por @grii_alves

James Franco e Scarlett Johansson: o homem e a gata do ano segundo a GQ!

Nós assinamos embaixo!
James Franco e Scarlett Johansson estão na capa da edição de agosto da GQ eleitos como “homem do ano” e “gata do ano”.
“As Megans e Blakes vão e vem, mas Scarlett é nossa maior fixação”, escreveu a publicação sobre a atriz.
A ScarJo, infelizmente, não tem filme bombante em vista, mas James Franco está sendo muito elogiado e fazendo o público passar mal por causa de seu novo e ótimo filme, “127 Hours”
O longa já estreou mundo afora no dia 5 de novembro, mas a gente vai ficar atrasado como sempre e sem data prevista para a estreia.
ps. vem cá… Só a gente achou a capa dele um pouco estranha? Nem parece o ator. Que cara estranha de sofrimento é essa?

por @grii_alves

Série nova no pedaço,=D “The Walking Dead”: 5 motivos pra você também ficar viciado na série!

Olá galera estou de volta com os posts, começando com esse fantástico seriado.
Sabe aquela imagem de zumbis e o que eles nos fazem? deixa tudo pra lá vamos falar agora de:
"The Walking Dead"
Filmes e séries sobre zumbis? A-ham… Senta lá… É sempre aquela coisa tosca, história fraca, ação meio arrastada (os mortos-vivos são sempre lentos!) e não tem nenhuma outra novidade porque tudo de bom já foi feito por George A. Romero e por aquele “Extermínio” do Danny Boyle.
Certo? Errado! “The Walking Dead” não possui esses defeitos e traz novidades!
Viemos aqui dar os 5 motivos para você também amar e ficar viciado em “The Walking Dead”:
1) Porque é muito bom e dá medo!
A ação é sensacional! Nada mais legal que as cenas de morte dos zumbis, os headshots, o sangue provocado pelas armas e machados, o alívio que dá um tiro na cabeça dos mortos-vivos…
O seriado têm cenas de terror tão nojentas e cheias de sangue que você nem acredita que elas foram exibidas na TV norte-americana. Vale ressaltar que é a primeira vez que vemos uma história de zumbis contada de maneira tão dramática e até poética.
2) É sobre zumbi, mas a tensão está nas relações humanas.
A tensão está nos sobreviventes! Esta é a razão principal pela qual você quer ver “The Walking Dead”. Pelas pessoas que estão vivas e são não só ameaçadas pelos mortos, mas pelos próprios sobreviventes.
Não é só terror. É drama, é traição entre os personagens, decisões de cortar o coração e conflitos entre pessoas cheias de ódio ameaçando uns e outros de morte.
3) Andrew Lincoln!
Este ator britânico é mais conhecido mundo afora porque fez uma ponta no filme “Simplesmente Amor” (ele é aquele cara que se declara para Keira Knightley segurando cartazes na porta dela), mas quem assiste cinema britânico e viu o seriado “This Life” sabe como ele é excelente.
Andrew Lincoln, no papel do policial Rick em “The Walking Dead”, é quem conduz a trama com excelência. Nós torcemos pelo personagem dele. O ator e toda sua competência é quem fazem a história aparentemente boba e meio nerd ficar muito interessante, adulta e séria.
4) Os zumbis dão agonia.
Eles não são aqueles mortos-vivos que aparecem do nada para dar susto e fazer você pular da cadeira.
Em “Walking Dead”, os zumbis trazem a ansiedade, a agonia, o pavor… Você quer eles longe. Você não quer que eles apareçam nunca porque vão acabar com a vida de quem você gosta, daquele cara que tinha esperança, de outro que tinha feito planos, etc. Ok, ok… Também têm aquelas cenas que você fica gritando por dentro: “Correeeee! Correeee pelo amor de Deeeeus!”.
5)  Você quer saber o que vai acontecer depois! Os personagens são ótimos e o roteiro é excelente. Os sobreviventes não são aqueles idiotas de filmes de terror que você acaba torcendo pela morte deles. Em “The Walking Dead”, as pessoas são “reais”. Você torce por elas.
E já avisamos: até agora nenhum deles morreu, mas dizem que… OK. Paramos por aqui!
“The Walking Dead” é exibido pela FOX Brasil toda terça-feira, às 22 horas.
A série é do AMC, mesmo canal pago dos EUA que faz “Breaking Bad” e “Mad Men”. Poucas pessoas sabem, mas a 1ª temporada só terá seis episódios e já estamos na metade.
Depois, só rola a segunda temporada em outubro de 2011 pra não atrapalhar os lançamentos de “Breaking Bad” e “Mad Men”. Então correeeeeeeee!!
Por @grii_alves

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

"As ideias são mais importantes que os produtos", diz Paul Makeham

Por Felipe Carneiro



Especialista em inovação, o australiano Paul Makeham acredita que a economia global está em transição: acaba a era da informação, começa a era da criatividade


Ao desenvolver propriedade intelectual, a "Economia Criativa" pode gerar riquezas

São Paulo - Oriundo do meio teatral, com uma série de livros publicados sobre o assunto, Paul Makeham mudou sua vida em 2002. Fundou a Faculdade de Indústrias Criativas dentro da Queensland University of Technology, na Austrália, para que ninguém pensasse que a criatividade está restrita às artes. Antes de vir ao Brasil para participar do II Fórum Internacional de Criatividade e Inovação, Makeham conversou por telefone com EXAME.
EXAME - O que é exatamente Economia Criativa?
Paul Makeham - Economia criativa é aquela baseada em atividades criatividade, nas habilidades individuais e no talento. É a indústria que tem potencial para criar riqueza e empregos ao desenvolver propriedade intelectual. Isso inclui propaganda, multimídia, arquitetura, cinema, música, arte e antiguidades, vídeo game, softwares, livros, design, moda, televisão e rádio. Mas essa é a definição clássica, técnica e antiga. Prefiro pensar em um conceito mais amplo e moderno, que engloba ideias que perpassam trabalho, estilo de vida e várias formas de riqueza, que incluem capital cultural, social e econômico.
EXAME - Que vantagens a indústria criativa tem sobre a tradicional?
Makeham - As idéias são mais importantes que os produtos, que podem ser – e são – copiados. O verdadeiro valor está na inovação, naquilo que só a sua empresa sabe fazer. A propriedade inteclectual já é responsável por uma economia de 3 trilhões de dólares no mundo hoje.
EXAME - Mas a economia criativa vai suplantar a economia “tradicional”?
Makeham - Já vemos sinais por todas as partes de que a indústria das idéias e do conhecimento está se tornando mais e mais importante, e nos próximos anos vai se tornar ainda mais importante que a economia baseada em produtos. Veja o caso do Vale do Silício, nos Estados Unidos, ou de várias partes do Reino Unido - notadamente a Irlanda, que também tem uma forte indústria de softwares, e a Inglaterra, com sua fortíssima indústria cultural. A mídia na Austrália, a tecnologia inovadora em países como Japão e Coréia...
EXAME - O senhor está falando de países já bem desenvolvidos. O Brasil está pronto para essa transição?
Makeham - Não quero dizer que os problemas que o Brasil e outros países em desenvolvimento são fáceis de resolver, mas é certo que a criatividade é um fator importante para ajudar a resolvê-los. Existe uma característica brasileira que eu acho fascinante: a gambiarra, o jeitinho brasileiro. Eu entendo que essa característica possa ter seus aspectos ruins, que muitas vezes nasça das dificuldades e deficiências do país, mas é uma prova clara da criatividade do povo brasileiro na solução de problemas, e isso deve ser usado em prol da economia.
EXAME - O Estado tem um papel a desempenhar para incentivar a criatividade?
Makeham - Os governos precisam entender que precisam investir tanto em cultura quanto na ciência tradicional: matemática, medicina, química, engenharia, economia. A cultura é fonte de criatividade, e a criatividade é importante para todos os campos – principalmente a esses que eu citei.
EXAME - O investimento em teatro, música e literatura vai mudar a economia?
Makeham - Isso é uma das frentes, mas não a única. Para que o país consiga fazer essa transição para a economia criativa, é fundamental desenvolver a educação, encorajando a criatividade dos alunos. E não estou falando de aulas de artes, mas de um modo diferente de ensino, mais encorajador. É preciso também investir em telecomunicação, pois a criatividade nasce mais da colaboração entre diferentes pessoas com diferentes ideias de diferentes contextos do que da genialidade de indivíduos isolados.
EXAME - Como uma economia pode funcionar sem indústria primária, como a siderurgia, por exemplo?
Makeham - É claro que elas são importantes, e que não podem reinventar o arroz ou o minério de ferro, mas elas podem usar o dinheiro que ganham para desenvolver maneiras mais sustentáveis de produzir, uma gestão mais eficiente, uma distribuição mais inteligente. A economia funciona melhor quando seus atores são inquietos intelectualmente, quando estão sempre tentando inventar modos melhores de levarem seus negócios."
EXAME - Em suas palestras, o senhor costuma dizer que empresas pequenas são mais criativas que grandes corporações. Por que isso acontece?
Makeham - As empresas menores têm estruturas menos rígidas e estão mais dispostas a arriscar. Mas as grandes corporações têm muito mais chance de ter sucesso se conseguirem implantar uma cultura de inovação e criatividade, tanto na pesquisa e desenvolvimento como na gestão da empresa, na relação com o consumidor (a internet facilita isso enormemente), na capacidade de concatenar as ideias de várias partes do mundo.

Dilma deve se mudar hoje para a Granja do Torto

Por Agência Estado


O local será a residência de Dilma até a posse, no dia 1º de janeiro

Granja do Torto fica à 20 quilômetros da Praça dos Três Poderes

Brasília -  A presidenta eleita, Dilma Rousseff, passa o feriado de hoje em Porto Alegre com a família e, quando retornar a Brasília, o que deve ocorre no fim do dia, já deve se instalar na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República. O local será a residência de Dilma até a posse, no dia 1º de janeiro, quando ela se mudará para o Palácio da Alvorada.

Na semana passada, enquanto a presidente eleita acompanhava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem a Seul, na Coreia do Sul, a mudança de Dilma foi transportada da casa onde ela morou durante o período da campanha, no Lago Sul de Brasília, para a granja, que fica a menos de 20 quilômetros da Praça dos Três Poderes.

A mãe e a tia de Dilma, que atualmente vivem em Belo Horizonte, vão morar com ela em Brasília. Ao se mudar para a Granja do Torto, Dilma Rousseff repete o que fez o presidente Lula em 2002 durante a transição. Lula também permaneceu na granja durante a reforma do Palácio da Alvorada, entre dezembro de 2004 e março de 2006. A Granja do Torto já foi a residência oficial de dois presidentes da República: João Goulart e João Baptista Figueiredo. As informações são da Agência Brasil.

Como conquistar um investidor anjo

Paul Bragiel, fundador da I/O Ventures, dá dicas a empreendedores que buscam fundos para financiar seu negócio

Paul Bragiel, da I/O Ventures: seja ágil nas apresentações

São Paulo - Menos é mais quando se trata de vender sua ideia de negócio. É o que garante o investidor anjo Paul Bragiel, fundador da I/O Ventures, que investe em startups de tecnologia do Vale do Silício.
Segundo o especialista, que já fundou três empresas de internet de sucesso e agora investe em negócios em estágio inicial de desenvolvimento, o segredo para conquistar a atenção dos potenciais investidores é ser ágil e objetivo ao apresentar seu projeto.
Durante um evento organizado pelo Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP, em São Paulo, o investidor – que quer atrair empreendedores brasileiros para o Vale do Silício – deu dicas para quem busca recursos para financiar seu negócio. Confira.

EXAME.com: Qual é o caminho para atrair a atenção de potenciais investidores para o seu negócio?
Paul Bragiel: O importante é ter acesso a pessoas. Se você mandar um e-mail direto para esses caras, o risco de ir parar na caixa de lixo é grande. Você tem que trabalhar duro para conseguir acesso a essas pessoas. Não tente a porta da frente, tente a porta de trás. É importante manter também um networking com outros empreendedores. De repente ele apresentou a própria ideia três meses atrás a um investidor e pode te colocar em contato com ele. Outro aspecto importante é manter um contato com as pessoas para quem você apresentou sua ideia, mesmo que eles tenham dito não para o seu projeto. Eles podem querer investir na sua próxima empresa, ou na próxima rodada de investimentos ou até mudar de ideia em dois meses e resolver investir no seu projeto. Na I/O nós trabalhamos com mais de 40 fundos de venture capital do Vale do Silício e muitos desses caras disseram não para mim. Mas eu mantenho contato com todos eles porque amanhã posso precisar da ajuda deles, ou uma das minhas empresas pode precisar de investimento ou algum amigo pode precisar de um contato. 

EXAME.com: Qual é a melhor forma para apresentar o seu negócio ao potencial investidor?
Bragiel: O importante é não arrastar a apresentação. Alguns pitches apresentações que vimos aqui no Brasil duraram um pouco demais. Você perde um pouco da sua vantagem quando fala de maneira muito detalhada da sua ideia. Vá lá, apresente sua ideia da maneira mais rápida possível e quanto mais rápido você chegar na parte mais divertida - das perguntas e respostas - melhor. É aí que o investidor aprende mais sobre o negócio que durante a apresentação em si.

EXAME.com: O que vocês buscam na hora de avaliar um potencial investimento?
Bragiel: Gostamos de times técnicos, portanto é importante que pelo menos um dos fundadores seja um programador ou engenheiro para que o negócio possa avançar tecnicamente. Também buscamos pessoas motivadas –  quando vemos alguém que não está afim de fazer muita coisa, que acha que já “nasceu” empreendedor, torcemos o nariz. Também nos interessa ver como a dinâmica do time funciona, como as pessoas trabalham juntas, há quanto tempo elas se conhecem, porque você tem que ter certeza de que se as coisas ficarem difíceis essas pessoas vão se apoiar e não desmoronar totalmente. Depois do time, vem a ideia. A ideia pode até ser boa, mas se não for algo que me empolgue eu não vou investir. Tem que ser alo que me faça pensar: ‘talvez eu até entre para essa companhia, eu gostaria de trabalhar lá’. 

EXAME.com: A ideia vem por último nesta lista?
Bragiel: Sim, porque se não tem os outros três não adianta ter uma boa ideia. Você pode me dizer: ‘tenho uma grande ideia, vou fazer carros voadores’. Se eu te perguntar como você vai fazer isso e você não tiver resposta tudo vai por água abaixo. A execução é muito importante. O que determina o sucesso da empresa não é ter a grande ideia e construir a empresa de fato, contratar as pessoas certas, promover o produto, ir ao mercado, sujar as mãos.
EXAME.com: O investimento anjo é uma aposta de alto risco. O que o motivou a entrar nesta área?
Bragiel: Muitas vezes você coloca dinheiro e as chance de conseguir algum retorno é bem pequena. Nós colocamos dinheiro porque temos a oportunidade de trabalhar com jovens empreendedores e pessoas que realmente respeitamos. É inspirador. Você pega a energia que eles tem e traz para a sua vida, para a sua empresa e etc. Além disso, se a empresa dá certo, a taxa de retorno é muito alta. É um tiro no escuro e normalmente você não espera acertar, mas nós empreendedores somos otimistas por natureza, por isso acreditamos que estamos colocando dinheiro em empresas que podem ser realmente inovadoras e trazer valor para o mundo e para o seu bolso, claro. Também é uma forma de retribuir, porque muitos de nós no Vale do Silício recebemos dinheiro ou conselhos em algum momento quando abrimos nossos próprios negócios no passado.

EXAME.com: Qual é a vantagem de conviver em um ambiente com alta concentração de empreendedores, como Vale do Silício?
Bragiel: Comandar uma empresa é solitário. Você é o chefe, você não pode reclamar para o seu funcionário que as coisas estão difíceis. É importante estar perto de outros empreendedores para trocar ideias, dividir experiências e aprender com os outros. Algumas das lições mais importantes que eu aprendi foram com pessoas da minha idade, que tinham negócios parecidos com os meus. 

EXAME.com: Qual o interesse da I/O Ventures no Brasil?
Bragiel: Estamos convidado empresários brasileiros a aplicar para o nosso programa. Acredito que os grande negócios de internet do futuro virão de fora dos Estados Unidos. Queremos trabalhar com os melhores empreendedores, não interessa de onde eles venham. Com a gente, você pode entrar pela porta da frente. Nosso processo de seleção é bem democrático. As inscrições podem ser feitas diretamente no nosso site. Nosso programa tem duração de seis meses e já estamos selecionando as empresas que vamos apoiar no início do próximo ano.

domingo, 14 de novembro de 2010

Finanças pessoais fácil e grátis



FinanceDesktop - Downloads aqui


Avaliação INFO

O FinanceDesktop é um software gratuito para gestão financeira, com opções que vão além do controle de gastos familiares. O programa tem funções para organizar investimentos e aplicações, múltiplas contas e dados que são atualizados constantemente.


O software requer um cadastro no site e a conexão de internet ativa, já que vários dados e até notícias são carregados automaticamente pelo programa que funciona mesmo como uma central de informações financeiras. 



O FinanceDesktop possui um calendário, que permite que todos os compromissos e gastos sejam definidos e acompanhados com precisão. Para não errar nas contas, o software possui o ícone de calculadora, que na verdade é um atalho para o recurso disponível no Windows. 



Mesmo com uma interface limpa, o funcionamento do FinanceDesktop não é dos mais intuitivos, exigindo dedicação do usuário para se familiarizar com seu funcionamento.
Maria Isabel Moreira



Descrição do fabricante

O FinanceDesktop é um software de controle financeiro completo e totalmente gratuito. Foi desenvolvido com as melhores tecnologias e está conectado às maiores instituições do país.  Movimentar sua conta ficou fácil! Com a importação automática você coloca toda a sua movimentação bancária no FinanceDesktop sem digitar uma única tecla. Categorize suas movimentações com apenas um clique, e tenha um verdadeiro "Raio X" de sua vida financeira. Nada mais escapará do seu controle. Com o Planejamento, o FinanceDesktop funciona como uma verdadeira bola de cristal, ao projetar e disciplinar os seus gastos futuros. 

Luminária que derrama luz


Ações corriqueiras do dia-a-dia também influenciam o design - não só do ponto de vista da função mas também do estético-bem-humorado. É o caso dessa luminária que imita um balde derramando um líquido (leite? água de lavar roupa? cola de lambe-lambe? haha!): no caso, derramando luz!

Katy Perry se apresenta como modelo da Victoria Secret's



Segredo de Katy
Katy Perry se apresenta no Fashion Show da Victoria Secret's, em Nova York, 10 de novembro de 2010.

Reynaldo Gianecchini vira piada na web em comercial do Pintos Shopping

Por Cris Simon

Na propaganda, o ator cita o slogan "Tudo que você mais gosta, no lugar que você sempre quis"

Pintos Shopping: comercial infeliz com Reynaldo Gianecchini colocou o ator nos Trending Topics do Twitter

Teresina - Um comercial com o ator Reynaldo Gianecchini ganhou proporções desastrosas nos últimos dias e virou motivo de piada na internet. 
Gianecchini é o garoto-propaganda do recém inaugurado Pintos Shopping, em Teresina, Piauí. Na propaganda, o galã de TV aparece citando o slogan do Shopping enquanto demonstra produtos que incluem sandálias, roupas, móveis e utilidades domésticas: "“Pintos Shopping, tudo que você mais gosta, no lugar que você sempre quis”.
As possibilidades subjetivas e maliciosas de interpretação das chamadas do Pintos Shopping caíram nas graças de internautas bem-humorados e foram muito além do público que, supostamente, o comercial buscava atingir. O vídeo, disseminado incessantemente pelas redes sociais, já possui mais de 200 mil visualizações no Youtube. No Twitter, o nome do ator foi parar no Trending Topics, ranking dos assuntos mais comentados do microblog. 
A responsável pelo acidente de criação - ou pela ótima sacada, já que agora o shopping é conhecido nacionalmete - é a piauiense "Interativa propaganda". Bom para a agência. Já o ator, acaba de entrar para o hall das chacotas da rede e, a partir de agora, deve estudar melhor as campanhas das quais participa.

Shirin Ebadi pede a Dilma que não se cubra com véu caso visite o Irã

Nobel da Paz fez o pedido à presidente eleita para mostrar que lei do país é incorreta


Nobel da Paz fez o pedido à presidente eleita para mostrar que lei do país é incorreta

Rio de Janeiro - A nobel da paz iraniana, Shirin Ebadi, pediu neste domingo à presidente eleita, Dilma Rousseff, que caso visite o Irã "não cubra a cabeça com um véu", para defender os direitos das mulheres.
"Todas as mulheres, muçulmanas ou não, que chegam ao Irã têm que cobrir a cabeça. Alguém tem que mostrar ao Governo do Irã que esta lei não é correta", afirmou Shirin em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo".
Dilma, que substituirá o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 1º de janeiro, não antecipou como serão suas relações com o Irã, mas precisou que tem "uma posição bem intransigente" em relação à defesa dos direitos humanos.
Shirin também pediu à presidente eleita que converse com movimentos independentes de mulheres iranianas, "não só com as que estão no Parlamento", e criticou Lula por ignorar seus pedidos de defender os oprimidos pelo regime islâmico.
"Lula visitou Teerã, abraçou o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, deu um beijo no rosto e foi embora. Parece que se esqueceu das pessoas que morrem e são presas no Irã", assinalou.
A advogada e opositora iraniana lembrou o passado sindicalista do presidente Lula e disse que lhe enviou "mensagens" para que se reunisse com as famílias de trabalhadores iranianos presos pela relação com os sindicatos.
"Quando Lula esteve no Irã, Mansour Osanlou, um líder sindical como ele, já cumpria uma pena de cinco anos. A Organização Mundial do Trabalho pediu sua libertação, mas Lula ignorou", acrescentou.
Além disso, a nobel criticou a forma de atuar do Governo brasileiro na questão nuclear, o qual, para ela, "não foi capaz de resolver nada".
Recentemente o Brasil estreitou relações com o Irã e defendeu seu direito de desenvolver um programa nuclear com fins pacíficos.
Na sua visita a Teerã em maio, Lula e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, assinaram um acordo com o Irã para a troca de urânio destinado a seus reatores nucleares com fins científicos.
Este acordo foi rejeitado pelas potências nucleares, que acusam Teerã de ocultar em seu programa civil outro clandestino, com objetivos militares, com o qual pretende criar um arsenal de bombas atômicas.