segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Com 2 semanas de greve, 8.280 agências estão fechadas

Na quarta-feira (13/10), será realizada mais uma assembleia dos bancários para definir próximos passos da greve

Agência da Caixa de Brasília fechada pela greve dos bancários

Brasília - Balanço da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) indica que 8.280 agências estão fechadas hoje (11), por causa da greve dos bancários. Representantes da categoria e dos bancos voltam a negociar hoje o fim da paralisação. A reunião ocorre em São Paulo e a expectativa é que os banqueiros apresentem uma nova proposta aos empregados.
A proposta anterior foi rejeitada pelos grevistas no sábado (9). Os banqueiros ofereceram reajuste de 9,82% para o piso salarial da categoria; 6,5% de aumento para quem ganha até R$ 4,1 mil; e um valor fixo de R$ 266,50 para os salários superiores a esse valor. No entanto, a correção proposta foi inferior aos 11% reivindicados pelos bancários.
Em nota oficial divulgada ontem (10), o Comando Nacional dos Bancários avaliou positivamente o envolvimento dos trabalhadores na greve e ressaltou que as reivindicações da categoria visam a melhorar a qualidade do atendimento para clientes e usuários.
Os bancários estão em greve há 13 dias e têm assembleia marcada para a próxima quarta-feira (13).

Cofundadores do Facebook apoiam causa pró maconha

Apesar disso, veiculação de páginas ligadas à causa é proibida na rede social

Sean Parker, primeiro presidente do Facebook e um dos fundadores do Napster doou 100 mil dólares à causa

São Paulo - Sean Parker, que apresentou o Napster junto com Shawn Fanning, em 1999, doou 100 mil dólares a uma campanha a favor da discriminação da maconha nos Estados Unidos.

Além dele, Dustin Moskovitz, que trabalhou com Mark Zuckerberg na fundação do Facebook, também doou 70 mil dólares à causa. As doações de Parker e Moskovitz foram reveladas pela prestação de contas oficial da campanha.

Parker também ajudou a atrair investidores para o Facebook em seus primórdios. Ambos não trabalham mais no site. Moskovitz ainda possui 6% das ações da empresa.

No mês que vem, moradores do Estado da Califórnia deverão decidir, por meio de um plebiscito, se apóiam ou não a legalização e comercialização da maconha.

Apesar do financiamento dos cofundadores do Facebook, a criação de páginas vinculada ao grupo Just Say Now - coordenador da campanha - não é permitido na rede de relacionamentos.

No 1º duelo, Dilma parte para ataque a Serra

Em debate na Band, candidatos trocam farpas a respeito de temas como aborto, religião, privatizações e Petrobras

Debate na Band: Pela primeira vez os dois adversários debateram temas polêmicos

São Paulo - O primeiro debate entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) no segundo turno da campanha eleitoral foi marcado por polêmicas em torno de temas como legalização do aborto, privatizações e corrupção. Pela primeira vez, a iniciativa de atacar partiu da petista.

O tom do confronto se revelou logo no início do evento, exibido pela TV Bandeirantes. Dilma disse estar sendo vítima de "calúnias, mentiras e difamações" e acusou o vice de Serra, Índio da Costa, de organizar grupos para atingi-la. O tucano, nesse momento, abordou a questão do aborto pela primeira vez. "Você disse que era a favor da liberação do aborto, depois disse que era contra. Aí se trata de ser coerente, de não ter duas caras", afirmou.

Em resposta, Dilma chamou o adversário de "mil caras" - termo que usou em outras duas ocasiões. A petista disse ainda que foi o próprio Serra, quando ministro da Saúde, quem "regulamentou o acesso ao aborto" no SUS (Sistema Único de Saúde).

O candidato do PSDB respondeu que apenas deu forma a uma norma técnica para balizar o atendimento de abortos relacionados a estupros ou a risco de vida para a gestante - os únicos casos em que são permitidos pela legislação. "Nunca defendi a liberação do aborto. Você defendeu e de repente muda. Com relação a Deus, é a mesma coisa. Em entrevistas, você diz que não sabe se acredita, se não acredita, e depois vira uma devota."

Os candidatos também polemizaram sobre as privatizações e a Petrobras. A petista criticou a venda de ações da estatal, promovida pelo governo Fernando Henrique Cardoso, e procurou contrapor a operação à recente capitalização da empresa.

Serra acusou o PT de ter práticas diferentes do discurso em relação a privatizações, já que o próprio governo Lula vendeu dois bancos estatais. "É só chegar a campanha e o PT volta com essa estória. O governo (Lula) também aumentou a participação privada no Banco do Brasil."

Veja os pôsteres de Rio, nova animação do diretor de A Era do Gelo


“Rio”, a nova animação do brasileiro Carlos Saldanha, diretor da franquia “A Era do Gelo”, sobre animaizinhos que vivem no Rio de janeiro, teve seus primeiros cartazes divulgados.
A história é centrada em uma arara nerd, que troca o conforto de sua jaula numa cidadezinha em Minnesota para voar para o Rio de Janeiro.
Com dublagem de Anne Hathaway (“Alice no País das Maravilhas”), Neil Patrick Harris (série “How I Met Your Mother”), Rodrigo Santoro (“300″), George Lopez (“Promessas de um Cara de Pau”) e Jake T. Austin (“Um Hotel Bom pra Cachorro”), o filme estreia no dia 8 de abril de 2011.
Confira abaixo:

Por Lady A


Mostarda e catchup da Heinz viram toys.



Para fazer companhia ao toy art Sketchup Dunny da Heinz, criado em 2006 em uma leva de bonecos - os chamados Dunnys - inspirados em diversas marcas, o artista norte-americano Sket-One lançou recentemente o Mustard Dunny.
O toy art amarelo, que tem 20 cm de altura e vem com uma cesta de condimentos e um minipote  de mostarda, terá uma edição limitada com apenas 10 bonecos. O conjunto custa US$ 475 na loja online de Sket-One.
O Sketchup Dunny, lançado há quatro anos, já está esgotado, mas cada toy custava US$ 550 em uma edição limitada com 20 bonecos.

Além dos dunnys inspirados no catchup e na mostarda da Heinz, o site Kidrobot traz outros modelos de diversos artistas.

domingo, 10 de outubro de 2010

Maurice Allais, Nobel de Economia em 1988, morre aos 99 anos

Ele é autor de teorias sobre decisões a serem tomadas em situações de incerteza econômica



Allais morreu ontem, deixando um legado composto por mais de cem de títulos

Paris - O francês Maurice Allais, Prêmio Nobel de Economia em 1988 por seus estudos das teorias de mercado e a utilização eficiente dos recursos, faleceu aos 99 anos de idade em sua residência nos arredores de Paris, informou hoje a imprensa local.
Nascido no seio de uma humilde família de comerciantes em Paris em 1911, Allais morreu ontem, deixando um legado composto por mais de cem de títulos.

Ele é autor de teorias sobre decisões a serem tomadas em situações de incerteza econômica. Além disso, demonstrou como se produzem comportamentos racionais na economia em tempos de crise.
Graças a seus estudos sobre a crise de 1929, Allais, que se definia como "liberal socialista", foi um dos poucos economistas que predisse o "crash" das bolsas em 1987.
Órfão de pai aos seis anos, Allais estudou em escolas parisienses antes de entrar na Escola Politécnica, de 1931 a 1933, onde obteve o título de engenheiro de minas.
Mais tarde ingressou na Escola Nacional Superior de Minas, onde terminou seus estudos em 1936, antes de fazer doutorado na Universidade de Paris.
Sua orientação para a economia aconteceu após uma viagem aos Estados Unidosem 1932, em plena depressão após a crise de 1929, que o motivou a estudar suas causas e tentar buscar uma solução.
Ao longo de sua carreira, Allais foi chefe da seção econômica da Escola Nacional Superior de Minas de Paris e professor de economia no instituto de estatística da Universidade de Paris, além de diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), e diretor do Centro de Análise Econômica da França.
O corpo de Allais - único francês agraciado com o prêmio Nobel de Economia - será sepultado em Paris no próximo dia 16.

Tropa de Elite 2 ganha loja virtual


O Tropa de Elite 2 passa a contar com uma loja virtual que comercializa a linha de camisetas oficiais do filme. A ação é fruto da parceria com a Zazen Produções – produtora responsável pelo longa que estreia no próximo dia 8 –  com  o Vitrinepix, portal que permite aos internautas criar, comprar e vender camisetas personalizadas. As peças têm preço entre R$ 33,90 e R$ 42,90 e são confeccionadas com imagens e frases famosas dos personagens da trama.

Sony lança modelo de câmera para o público feminino


A Sony traz para o mercado brasileiro o seu primeiro produto desenvolvido especialmente para as mulheres, antes disponível apenas no Japão. A câmera digital DSC-W350D da linha Cyber-shot Desire possui design e textura diferenciados e aplicação de cristais para atrair as consumidoras. O produto foi desenvolvido depois de alguns estudos da empresa, que mostraram o potencial do mercado feminino para a Sony. A câmera está disponível nas cores branca e rosa e tem preço sugerido de R$ 1.199,00.

Ivete Sangalo endossa linha de perfumes da Avon



A Avon fechou uma parceria com Ivete Sangalo. A cantora é a nova garota propaganda da linha de colônias Avon Breeze, endossando seus lançamentos. Segundo a companhia, a escolha foi feita porque a alegria e a descontração de Ivete Sangalo tem a ver com o conceito da marca, que tem como mote “Sinta o frescor. Espalhe boas vibrações”. Os investimentos da Avon na linha Breeze incluem ainda o lançamento das fragrâncias Bamboo Fresco, Rosa Delicada e Mandarina Radiante e embalagens de 300 ml.

Rage Against the Machine faz o melhor show do primeiro dia de SWU

Mesmo com tumulto e problemas técnicos, norte-americanos fizeram apresentação energética, caótica e barulhenta no festival

A espera valeu a pena: o Rage Against the Machine fez um grande show no festival SWU Music & Arts, em Itu, interior de São Paulo. Headliners da primeira noite da maratona musical (que continua no domingo, 10, e na segunda, 11), os norte-americanos lidaram com diversos problemas - do som à tentativa de invasão da área Vip - mas conseguiram fazer aquela que foi a melhor e mais energética apresentação da noite.

Rage Against the Machine no SWUIdolatrados por uma legião de roqueiros que, engajados como a banda ou não, se identificam de alguma forma com as letras de protesto, os integrantes subiram ao palco às 20h20, 15 minutos depois do previsto. Quando as luzes se apagaram e a estrela vermelha, símbolo do grupo, surgiu no telão ao fundo do palco, ao som de uma sirene, a banda iniciou os acordes de "Testify", do terceiro e último disco de inéditas da carreira, Battle of Los Angeles, de 1999. Mesmo depois de ter se separado e de tanto tempo sem inéditas, o show não perde força: a guitarra de Tom Morello é a síntese da desorganização/caos urbano, enquanto que o baixo de Tim Commerford é uma bomba constante nos ouvidos.

Ao menos quando as caixas funcionam. Durante dois momentos do show, o som simplesmente parou de funcionar - enquanto a banda, com as caixas e os fones de retorno, não percebeu o problema e seguiu tocando como se nada tivesse acontecendo. Uma falha inadmissível para um festival deste porte, ainda mais na principal atração da noite. Na segunda parada, que durou cerca de três minutos, o público vaiou e bradou palavrões destinados ao SWU, antes que o vocalista Zack de La Rocha voltasse fazendo versos freestyle até que o som se ajeitasse. Mas não foi só: depois da música "Know Your Enemy", o show teve de ser paralisado porque a pressão do público da pista normal sobre as grades da pista Vip ameaçava a segurança do público.

Um dos alambrados que separava parte da pista geral, localizado na porção do lado direito do espaço, caiu. De acordo com o bombeiro Marcelo Silva, o ocorrido se deu devido ao excesso de gente na área e ao consequente "empurra-empurra" por conta da música. O público que se encontrava na frente da divisória começou a recuar e a estrutura não aguentou. A queda da grade de ferro feriu algumas pessoas, que foram encaminhadas aos postos médicos situados nas extremidades da arena. Ainda não foi divulgado pela organização o número oficial de feridos, mas estima-se, após pesquisa em quatro tendas médicas, que cerca de 30 pessoas acabaram se machucando.

A paralização durou cerca de cinco minutos - depois, o grupo voltou com "Bulls On Parade". Dedicando "People of the Sun" para "o povo corajoso do MST", pedindo punhos fechados para o alto e dizendo obrigado em português, Zack fez rap, cantou e deixou a mensagem de "ódio ao sistema" que é o cerne da banda. A fúria das letras sai em forma de pulos do público, que, como um só corpo, foi abaixo com faixas como "Guerrilla Radio" e "Bullet in the Head", enquanto Morello, Commeford e De La Rocha pulavam e batiam os pés como loucos tentando escapar de uma camisa de força.

Mas nada se compara à vibração do local durante a execução da última música do setlist, no bis. "Killing in the Name", talvez o maior hit da banda, levou a uma espécie de catarse geral. O show terminou às 23h45 - deixando o público, que liberou todos os demônios ao som pesado e, por vezes, perturbador da banda, descansar para a segundo dia de shows, do qual farão parte Joss Stone, Sublime With Rome e Kings of Leon, entre outros.
Por Lady A

Shakira: a fragrância da sensualidade

Nomes conhecidos das artes e do mundo pop saem de seus segmentos originais e lançam fragrâncias que já nascem lucrativas e glamourosas


A cantora colombina Shakira é a mais nova celebridade a lançar um perfume próprio ao mercado. "S by Shakira", como foi chamada a fragrância, é uma parceria da cantora com a multinacional espanhola Puig Beauty & Fashion Group, que trabalha nos segmentos cosmética e moda, além de produzir perfumes, claro.

A cantora participou de todo o processo criativo do produto, que demorou três anos para ficar pronto. O perfumista responsável pela criação da essência explorou a sensualidade de Shakira, unindo chocolate e morango a notas de jasmin, âmbar, baunilha e sândalo.

"S by Shakira" foi recém lançado mundialmente, em 15 mil lojas. No Brasil, toda a linha de produtos da marca é distribuída pela Neutrolab. A campanha publicitária do perfume foi dirigido por Kal Karma. No ensaio, Shakira aparece vestindo um modelo criado pelo estilista Paco Rabanne.

Concurso com salário de R$ 12 mil abre inscrições

Os postos são para o cargo de Defensor Público de Classe Inicial. Também haverá formação de cadastro de reserva


Profissionais com graduação em Direito, inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o mínimo de três anos de atividade jurídica podem se candidatar ao concurso da Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA) para o cargo de Defensor Público de Classe Inicial. O órgão oferece 50 vagas para esse posto, sendo três reservadas aos portadores de deficiência, além de cadastro de reserva. A remuneração oferecida é de R$ 12.803,31.

As inscrições podem ser feitas pela internet, no sitewww.cespe.unb.br/concursos/dpeba2010, no período de 29 de setembro a 28 de outubro. A taxa de participação custa R$ 150,00.

O concurso será composto de quatro etapas: prova objetiva, provas discursivas, prova de tribuna e avaliação de títulos. A primeira etapa, de prova objetiva, será aplicada em Salvador na data provável de 5 de dezembro.

SERVIÇO
Concurso: Defensoria Pública do Estado da Bahia
Cargo: Defensor Público de Classe Inicial  
Vagas: 50, sendo três para portadores de deficiência
Remuneração: R$ 12.803,31
Inscrições: de 29 de setembro a 28 de outubro
Taxa: R$ 150,00
Provas objetiva: 5 de dezembro

CONTATO
Outras informações no site www.cespe.unb.br/concursos/dpeba2010 ou na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h às 19h - Campus Universitário Darcy Ribeiro, Sede do Cespe/UnB - (61) 3448 0100.

Fonte: CESPE/UnB